Reclamações de perturbação do sossego crescem mais de 300% em condomínios de Juiz de Fora

Segundo apuração do MG1, foram registradas mais de 60 reclamações entre abril e agosto de 2020.

As reclamações de perturbação do sossego em condomínios de Juiz de Fora tiveram um aumento de mais de 300% desde o início da pandemia do coronavírus, de acordo com apuração do MG1.

A reportagem do jornal conseguiu os dados com a advogada Suely Ribeiro Prado, que administra 10 condomínios na cidade.

A análise da advogada aponta que entre abril e agosto de 2020, 62 reclamações de perturbação do sossego foram registradas junto aos condomínios. Durante o mesmo período em 2019, apenas 15 ocorrências foram registradas.

Em entrevista para o MG1, ela explicou, também, a diferença entre casos de perturbação do sossego e os chamados “barulhos de vida”. Segundo ela, atos como o uso de liquidificadores e aspiradores de pó fazem parte da segundo categoria.

A perturbação do sossego se caracteriza por barulhos contínuos e intermitentes, “como uma máquina de costura sendo usada o dia inteiro”.

O que fazer?

A advogada orienta que a população passe, primeiramente, a reclamação do barulho para o síndico do condomínio, para que o mesmo analise se o mesmo se trata de uma perturbação do sossego ou não.

“Sendo uma perturbação, nós notificamos a unidade para que ela cesse com esses barulhos. Se ocorrer a reincidência e, após notificada, a unidade permanecer incomodando os vizinhos, nós tomamos outras medidos, como a multa”, explicou.

FONTE: G1

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