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Dia do zelador

Zelador, profissional bastante solicitado nos condomínios, é o primeiro a quem as pessoas recorrem quando precisam de alguma coisa, ganhou um dia especial para ser homenageado: 11 de fevereiro, Dia Nacional do Zelador.

Considerado o braço direito do síndico, o zelador possui várias atribuições que exigem dedicação, responsabilidade e, principalmente, paciência para conciliar as demandas do dia a dia do condomínio e as solicitações dos moradores.

Por isso, para exercer essa função é necessário conhecer a rotina do condomínio, realizando vistorias nas dependências e, sobretudo, conhecer o Regulamento Interno do prédio para poder fiscalizar o seu cumprimento.

Dentro da área de atuação do zelador há um leque de funções atribuídas ao cargo. Listamos algumas delas para valorizarmos ainda mais esse profissional, que desempenha papel fundamental nas nossas vidas, cuidando e zelando pelo lugar onde moramos ou trabalhamos.

√ Compete ao zelador manter a ordem, limpeza e higiene das partes comuns do condomínio;

√ Zelar pelo sossego e boa convivência de acordo com Regulamento Interno do condomínio;

 √ Comunicar ao síndico, quaisquer irregularidades ocorridas; e auxiliá-lo nas atividades administrativas;

√ Organizar e gerir os demais empregados do condomínio, fiscalizando o andamento das tarefas subordinadas a eles; bem como, orientá-los sobre a aparência, conduta e normas de trabalho;

√ Verificar o funcionamento das instalações elétricas e hidráulicas do edifício, a fim de detectar anormalidades e acionar as equipes técnicas das empresas responsáveis pela manutenção destes equipamentos, incluindo os elevadores do condomínio;

√ Fiscalizar a execução de serviços de reparo, manutenção e outros contratados pelo condomínio;

 √ Coordenar e fiscalizar a entrada ou saída de mudanças;

√ Não permitir aglomerações de pessoas nas portarias, garagens, corredores e demais dependências do condomínio;

√ Receber e distribuir as correspondências destinadas aos moradores.

Fonte: Thyssenkrupp Elevadores

Síndico isento de condomínio não deve pagar IR sobre valor, diz STJ

São Paulo — A Receita Federal não poderá cobrar Imposto de Renda (IR) de síndicos que têm isenção da taxa de condomínio. Esse foi o entendimento da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta quinta-feira (5), por unanimidade.

A discussão foi motivada pelo pedido de um advogado do Rio de Janeiro, que tentava reverter na Justiça a cobrança feita pela Receita Federal. O advogado argumentou que havia aceitado, em 2005, ser síndico do condomínio do prédio de seu escritório, em troca de não pagar condomínio, mas sem receber dinheiro por isso.

A Receita Federal, por sua vez, avaliou que houve omissão de renda, por ele não ter declarado o valor correspondente à taxa de condomínio. Por isso, gerou a cobrança do crédito e o notificou.

Inicialmente, a Justiça suspendeu a cobrança, mas, depois, decidiu que o advogado deveria pagar taxa sobre o valor de condomínio do qual era isento. O processo chegou, então, ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), que compreendeu que mesmo que a atividade envolva uma remuneração indireta, é sujeita à tributação do Imposto de Renda.

O advogado recorreu ao STJ, afirmando ser um abuso cobrar imposto sobre uma isenção, visto que isso não se enquadra na definição de renda.

Os ministros entenderam que, por não se tratar de um valor recebido efetivamente e por não haver aumento de patrimônio, não se poderia cobrar imposto como rendimento tributável. Embora a decisão tenha sido referente a um caso específico, servirá de base para julgamentos futuros de outros casos semelhantes.

A União ainda pode recorrer ao STJ e também ao STF para tentar modificar a decisão, já que esta pode impactar as contas públicas, pois outros síndicos poderão pedir a devolução de impostos cobrados nos últimos cinco anos — prazo máximo determinado por lei.

Napoleão Nunes Maia, ministro relator da Primeira Turma do STJ, ratificou que a cota condominial é uma despesa imposta aos condôminos, e a isenção não pode ser considerada rendimento.

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MERCADO IMOBILIÁRIO: Da recuperação ao crescimento

O mercado da construção civil voltou a apresentar resultados positivos, deixando para trás um ciclo de queda de quatro anos. Prova desse bom momento do setor são os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes ao terceiro trimestre de 2019. Conforme o Instituto, o PIB do setor teve alta de 1,3%, em relação o segundo trimestre do ano, o que incrementou o crescimento do PIB nacional para 0,6%. O resultado positivo fez com que o IBGE revisasse o PIB da construção referente ao segundo trimestre de 2019, que passou 2,4%, 5 vezes superior ao PIB geral do Brasil (0,47%).

Para o engenheiro Rafael Roriz, gerente de desenvolvimento imobiliário do Grupo Toctao, um dos principais motivadores dessa melhora é sem dúvida a atual política de juros adotada no País. Segundo ele, com uma taxa selic a 4,5%, a mais baixa da história, um grande efeito deste cenário é o barateamento do financiamento imobiliário para o consumidor final e para as próprias empresas na hora de executar seus projetos.

“A queda dos juros melhorou a oferta de crédito e a aprovação das reformas estruturantes está trazendo de volta os investimentos, o emprego e a confiança do consumidor”, avalia. Depois do resultado positivo de, até novembro de 2019, ter comercializado cerca de 650 lotes nos condomínios horizontais e cerca de 500 unidades habitacionais nos empreendimentos populares lançados, para 2020, o Grupo está com a previsão de lançamentos de dois empreendimentos verticais, ambos em Goiás; sete condomínios horizontais nos estados de Goiás, Minas Gerais, Paraná e São Paulo e mais quatro projetos do Minha Casa Minha Vida em Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

O retorno dos  investidores

A taxa de juros mais baixa repercutiram também nas aplicações atreladas à Selic, como os títulos CDB e CDI, que deixaram de ser atraentes. Com isso, diz Fernando Fonseca, diretor da ABL Prime, empresa que trabalha com desenvolvimento e gerenciamento de projetos urbanísticos e imobiliários por todo o Brasil, os compradores investidores estão de volta ao mercado imobiliário. “O juro real no Brasil nunca esteve tão pequeno e isso, sem dúvida, vai promover uma migração dos investidores para imóveis e fundo de investimentos lastreados em produtos imobiliários. Percebemos esse movimento já em 2019, e a tendência é de que isso aumente em 2020”, avalia ele.

Para o empresário Cleberson Marques, diretor da Atmo Desenvolvimento Imobiliário, sócio da ABL Prime no desenvolvimento do Gran Life em Anápolis, outro importante aspecto tem contribuído para volta dos investidores ao mercado imobiliário é a mudança na forma de composição dos financiamentos imobiliários no Brasil, que deixou de balizar as negociações pela Taxa Referencial (TR) para permitir o uso do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). “Essa mudança atraiu o olhar do mercado financeiro, especialmente dos fundos imobiliários, pois é uma regra já utilizada pelos bancos, inclusive internacionais”, explica.

Descolando

“Sim, estamos descolando dos efeitos negativos de uma aparente crise política que insiste em não findar e 2020 será um ano em que iremos decolar novamente para um crescimento incrível”, essa é a avaliação otimista do especialista imobiliário e diretor da URBS Imobiliária, Ricardo Teixeira. E ele ainda completa:  “Percebemos que muitas empresas voltaram a lançar, em diversos segmentos, inclusive no nicho comercial, o que é um forte indicativo do aumento da atividade econômica no País”, destaca.

Ainda segundo ele, a atual política de juros mantidos nos patamares mais baixos da história tem como um dos seus principais efeitos a inclusão de mais famílias no mercado, que passam ter capacidade de financiamento. “Quem antes não tinha condições de encarar um financiamento devido às altas taxas, agora tem”, diz.

Duas mil unidades

Com a retomada da economia e a queda histórica dos juros no País, muitas empresas do setor da construção já estão tirando da gaveta muitos projetos que estavam aguardando apenas um melhor momento para lançamento. É o caso da Tapajós Engenharia, que ao completar 30 anos quer atingir uma meta ousada em 2020 de duas mil unidades lançadas, só em Goiânia.

O fundador da empresa, o arquiteto Vicente Pessoa, lembra que em três décadas atravessou vários momentos de economia instável e que a crise de 2014, felizmente começa a dar sinais de que está passando. “Com tanta instabilidade financeira chegar ao marco de três décadas é muito gratificante. Vale a pena olhar para o passado e ver que as nossas decisões e atitudes enquanto empresa foram acertadas”, diz o empresário.

Empregos

 A retomada do setor da construção é especialmente comemorada pelos economistas porque o segmento é um forte gerador de empregos no País. Com a melhora do cenário econômico, empresas retomam projetos que estavam suspensos e até ampliam seus planos para 2020. O diretor técnico da Queiroz Silveira Incorporadora, Rogério Queiroz, garante que empresa irá contratar mais.

A construtora, com 20 anos de mercado, irá iniciar no primeiro trimestre as obras do Marista Prime Residence, localizado em um dos setores mais nobres de Goiânia. A incorporadora ainda retomará, em meados de 2020, as obras do Golden Shopping, na Vila Pedroso e o residencial Sonho Dourado, na região leste de Goiânia. Com essas três novas construções previstas para andamento neste ano a geração de empregos também irá aumentar. “Atualmente temos cerca de 500 colaboradores e a nossa expectativa é que isso aumente em 15%”, conta Rogério Queiroz.

Fonte: Jornal Hora Extra

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Cinco construtoras devem entrar na Bolsa e movimentar R$ 5 bilhões

Ao menos cinco construtoras residenciais estão com ofertas iniciais de ações engatilhadas para este ano, que devem somar cerca de R$ 5 bilhões. As ofertas subsequentes do setor (quando uma empresa que já tem capital aberto faz novas emissões) também fizeram fila no ano passado e devem seguir aquecidas em 2020. As companhias buscam musculatura para prepararem seus lançamentos.

De acordo com um levantamento feito pela Economática a pedido do Estado, o setor de construção foi o que teve maior retorno (105,8%) em 2019 na Bolsa. Os papéis superaram em rendimentos os subsetores definidos pela Anbima como petróleo e gás (66%), energia elétrica (51%), comércio (40,5%) e intermediários financeiros (20%). Os especialistas alertam, porém, que muitas das ações de construção podem já ter atingido seu preço de equilíbrio.

Em 2019, os números do setor foram notáveis. Com 81.218 unidades lançadas até outubro, o volume de novos imóveis foi 6,8% superior ao registrado no mesmo período de 2018. Além disso, as vendas de novas unidades cresceram 9,8% em comparação com o ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). De acordo com o Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, só em outubro foi registrada a venda de 3.467 unidades residenciais novas, resultado 23,2% maior que as vendas de outubro de 2018 no Estado de São Paulo.

Em ano de retomada, as empresas de construção já listadas na Bolsa captaram um total de R$ 5,5 bilhões por meio de oferta subsequente de ações. Foram os casos de Tecnisa, Trisul, Eztec, Helbor e Gafisa, entre outras, que usaram esse dinheiro para pagar dívidas e aplicar em novos empreendimentos. Em 2018, o retorno das ações de construção foi de apenas 4,53%. E, em anos anteriores, como 2014 e 2015, os papéis chegaram a se desvalorizar 34%.

Isso indica que a alta de mais de 105% de 2019 também pode ser explicada pelo patamar de preço relativamente baixo em que o setor se encontrava. O levantamento da Economática, que comparou a valorização dos setores da Bolsa, considerou papéis com volume médio diário superior a R$ 1 milhão por dia em 2019 e presença nos pregões acima de 90% com quatro ou mais representantes.

Na onda positiva para o mercado imobiliário – puxada principalmente pelos juros mais baixos que facilitam financiamentos –, as construtoras Moura Dubeux e Mitre já pediram registro para realizarem oferta de ações na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Outras três – Kallas, Cury e You,Inc – estão com sindicatos de bancos contratados para coordenar os processos esperados para o segundo semestre. A última vez que uma construtora estreou na Bolsa foi em 2009, quando a Direcional abriu capital.

Perspectiva

O coordenador do laboratório de finanças do Insper, Michel Viriato, diz que, apesar do cenário otimista, não se deve esperar uma valorização histórica dos ativos em 2020. “Não vamos ver, provavelmente, uma explosão como houve em 2013. Estamos em outro momento de crescimento econômico.” Ele comenta ainda que, com os retornos observados no último ano, há empresas que já atingiram seu potencial. “Não estou dizendo que já passou a hora de investir nesse setor, mas muita coisa já atingiu seu preço. É preciso tomar muito cuidado com setores badalados, porque eles podem já estar refletindo as expectativas”, diz.

“Os novos IPOs acontecem agora porque antes disso ninguém estava interessado em comprar papéis de construção. O mercado estava muito ruim”, explica o professor de finanças da FEA-USP Keyler Rocha. Em sua visão, em tempos de juros baixos há espaço para a continuidade do crescimento do setor, já que ele é dependente de financiamentos. Ele pondera, porém, que ganhos passados não garantem lucros futuros.

O número de estreantes na Bolsa pode ainda engrossar. Outras construtoras, além das citadas, cogitam tomar o mesmo caminho. Companhias de outras regiões, para além do Sul e Sudeste, também estudam se capitalizar via oferta de ações, tal como a pernambucana Moura Dubeux. “Temos a possibilidade neste ano de mais follow on e algumas ofertas iniciais”, diz o sócio da área de mercado de capitais do escritório Mattos Filho, Jean Marcel Arakawa. Segundo ele, empresas do setor sinalizaram intenção de ir a mercado.

Nessas estreias, o investidor pode se perder. Viriato, do Insper, afirma que escolher entre os IPOs e as empresas que já têm capital aberto não é tarefa fácil nem mesmo para especialistas. “Para quem está começando no mercado é sempre melhor acessar esses ativos por meio de fundos”, diz.

Outra questão a ser considerada pelo investidor é que o capital arrecadado pode causar corrida por terrenos e aumento rápido nos preços, comprometendo a rentabilidade das construtoras e frustrando os acionistas. “O superaquecimento começa a ser uma preocupação. As empresas se capitalizaram e saíram comprando terrenos”, afirmou Gustavo Cambaúva, analista de construção do BTG Pactual. “Isso ainda é uma situação muito concentrada nos bairros nobres de São Paulo, mas é natural imaginar que vai chegar aos outros bairros em breve.”

Fonte: Estadão

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Síndica leva poesia aos elevadores para alegrar condôminos, em Blumenau

Na correria do dia a dia, deixamos muitos detalhes passarem batidos. O contato com os vizinhos se perde enquanto os olhares se concentram na tela do celular.

O quadro de avisos do elevador é um dos últimos lugares nos quais as pessoas presam atenção. Mas em um prédio da rua Victor Konder, os condôminos anseiam por atualizações no espaço.

Tudo mudou porque a síndica do edifício, Márcia Rocha, começou a usar o local para colocar poesias. As mensagens são selecionadas e escritas à mão por ela há pelo menos dois anos, quando assumiu o cargo.

Aos 49 anos e moradora do mesmo apartamento desde quando ele foi construído, há duas décadas, ela dedica praticamente todo seu tempo para o prédio.

O hábito de colocar mensagens no elevador surgiu após uma reclamação de um vizinho que havia se mudado recentemente do Rio Grande do Sul. O primeiro bilhete não foi uma poesia, e sim um desabafo.

“Eu e a zeladora ajudamos ele a se instalar. Muitos síndicos não gostam disso, mas se eu tenho disponibilidade eu ajudo. Um dia ele veio até mim e comentou ‘Márcia, as pessoas não cumprimentam aqui, né? Fico com vergonha quando entro no elevador. A pessoa vira pro lado, baixa a cabeça’. Aquilo me inspirou para questionar eles sobre a falta de gentileza”, explica.


Ela viu na atitude uma oportunidade. Segundo ela, alguns síndicos costumavam deixar o mesmo comunicado por meses. Ela queria ir além dos bilhetes com as regras do condomínio, pedindo para cuidar com o barulho ou comunicando falta de água.

“Um dia coloquei uma poesia do Leminski e no dia seguinte precisei colocar um aviso de que haveria manutenção. Na manhã seguinte, alguém colocou o poema por cima. Como era um aviso importante, coloquei ele pra frente mais uma vez. E o morador continuou puxando a poesia pra frente. Foi aí que percebi que eles se importavam”, comenta.

O prédio tem apenas seis andares. Por morar no primeiro andar e saber que o tempo até o térreo é curto, Márcia prefere poemas curtos. Em papéis reaproveitados e mensagens escritas à mão ela expressa um pouco do que sente naquele dia.

“Às vezes até fico sem graça de colocar. Misturo letra cursiva, caixa alta, às vezes sai meio torto… Mas acho bacana colocar alguma coisa. Neste Natal recebi um panetone com um poema junto, já fui correndo colocar no elevador”, diz.

O interesse por poesia surgiu na graduação, por conta de uma professora que sempre começava o dia com uma frase para inspirar os alunos. Os poetas favoritos dela são os catarinenses. Apaixonada por literatura e pela língua portuguesa, Márcia aboliu o termo “elevador”. Ela prefere “elevamor”.


“Aprendi isso com uma amiga que é filha de poeta: trocar a dor pelo amor. Carregador por carregamor, trabalhador por trabalhamor, ventilamor, despertamor… E por aí vai”, justifica.


O principal objetivo de Márcia é inspirar os moradores a gostarem de poesia. Mesmo quem entende pouco do assunto acaba se encantando com as escolhas da síndica.


Tatiane Theiss mora no prédio há menos de um ano, mas por ser vizinha de porta de Márcia já nutriu um carinho grande por ela “Eu sinto que as vezes no dia a dia estamos no automático. E não tem nada mais automático do que entrar e sair do elevador todos os dias. É muito bom às vezes parar e
ler uma coisa que inspira. Dá outra visão da vida e te coloca pra pensar”, comenta.


Pequenas transformações Fora dos “elevamores”, Márcia também busca tornar todo o ambiente do prédio mais convidativo e confortável para os moradores. Uma das áreas favoritas dela é o jardim ao lado do salão de festas, que estava praticamente abandonado. Hoje, ele abriga diversas
árvores frutíferas e possui até mesmo uma horta comunitária, que todos os
condôminos podem aproveitar.

“Nunca pensei em ser síndica, mas sempre conheci todos os moradores. Minha proposta sempre foi ser participativa, então converso muito com todos. Apesar do trabalho, adoro quando tem festa aqui em baixo. É sempre bom ver gente alegre no prédio”, conta Márcia.

Fonte: O Município Blumenau

 

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Projeto de liderança ensina às crianças respeito e responsabilidade dentro de condomínios

Todos, certamente, já ouviram dizer que as crianças são o futuro. Esse famoso lugar-comum nos lembra que serão elas as líderes de amanhã, encarregadas de cuidar do mundo onde vivemos – e até mesmo de mudá-lo. Por isso, estimular desde cedo o senso de responsabilidade é benéfico não somente para os pequenos, mas também para a sociedade como um todo. No entanto, como fazer isso de maneira efetiva, sem prejudicar a leveza que é típica da infância? No condomínio Vittace Uvaranas, projetado pela Prestes Construtora em Ponta Grossa, foi encontrada uma resposta: envolver a criançada nas questões condominiais por meio de um projeto chamado “Conselho Mirim”.

Segundo o síndico do condomínio, Sauvenil Dias do Nascimento, o projeto foi formulado com cuidado para oferecer aos pequenos moradores uma experiência de administração dinâmica e divertida. O conselho funciona em um sistema de rodízio: a cada sábado são empossados novos síndico, subsíndico e conselheiros mirins. Por uma semana, a equipe interage com o real conselho do Vittace Uvaranas e assume pequenas tarefas que contribuem para o melhor funcionamento do empreendimento. “Durante o trabalho, as crianças monitoram até os adultos”, explica Sauvenil, “Cuidam para que não tenha lixo jogado pelos espaços comuns e até ficam de olho na velocidade com a qual os carros circulam pelo condomínio”. As atividades, garante, fazem com que os meninos e meninas envolvidos se sintam integrados à comunidade e responsáveis pelo espaço onde vivem.

Um passo em direção à cidadania

Esse ponto de vista é endossado pela moradora Thais Elana Cordeiro, mãe da Maria Estela, de sete anos, que participa do Conselho Mirim. Para ela, o projeto é uma oportunidade de desenvolvimento social. “O condomínio é como nossa minicidade. As crianças estão em uma fase de desenvolvimento de caráter e participar dessa atividade é uma forma de se tornarem cidadãos melhores, mais responsáveis e mais empáticos”, afirma. Thais, que tem sido parte do conselho do condomínio desde que se mudou, é enfática ao pontuar que toda a atividade é pensada de forma a ensinar os jovens moradores a respeitar uns aos outros e o próprio condomínio.

“Educação vem do berço e o Vittace Uvaranas é nossa casa. Então, aqui é que eles aprendem a seguir as regras e cuidar uns dos outros. Queremos que tenham uma infância feliz, com boas lembranças do que construíram no condomínio. Esse é o início da trajetória deles”.

Líderes em formação

O Conselho Mirim acolhe pequenos moradores com idade entre sete e treze anos. Atualmente, há uma média de 30 crianças participando do projeto. Para a psicopedagoga Fabíola Grein Lomba, a iniciativa é importante para a formação desses jovens, pois incentiva comportamentos que envolvem responsabilidade, espírito de equipe e convívio em comunidade. “A melhor forma de tornar as crianças responsáveis é lhes oferecendo tarefas para realizarem no dia a dia, ensinando, orientando e confiando no seu potencial. Mostrando o quanto elas são importantes”, garante.

 

Como todas as responsabilidades são distribuídas de forma a respeitar os limites e o tempo de aprendizado de cada criança, a participação no conselho não sobrecarrega os pequenos, nem tira seu foco das atividades na escola ou das relações familiares. Pelo contrário, a experiência pode melhorar a concentração e fortalecer amizades, como afirma Rosimery da Silva, mãe do pequeno Samuel, de nove anos.

“Inserir crianças em atividades nas quais elas precisam exercer liderança e agir em equipe melhora a capacidade delas de tomar decisões e faz crescer laços sociais e sentimentos de cooperação”.

Além disso, fazer parte do mini conselho permite que as crianças compartilhem e coloquem em prática suas ideias para melhorar o ambiente onde moram. “Elas se sentem mais importantes, ficam honradas por poder administrar algumas coisas dentro do que é possível e saudável para elas”, conta a conselheira Thais. Parece que, no Vittace Uvaranas, as crianças não são apenas vistas como o futuro, mas também são preparadas para ele.

Fonte: G1

 
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Corrida vertical no Farol Santander (Edifício Altino Arantes), 3° arranha céu mais alto de São Paulo

A etapa vertical do Santander Track&Field Run Series, que aconteceu domingo (15.12.2019) no Farol Santander testou os limites do corredores de rua.

A corrida vertical teve início no térreo e seguiu até o mirante, no 26º andar do edifício, passando por um total de 578 degraus. A programação iniciou às 07h30, com atividades para os participantes.

“Pelo segundo ano consecutivo estamos realizando esta edição exclusiva e muito divertida em um dos prédios mais icônicos da cidade de São Paulo. Iremos proporcionar uma estrutura diferenciada, um kit exclusivo com camiseta Track&Field e todo o conforto para que nossos atletas tenham a melhor experiência”, afirmou Leonardo Artigas Abucham, coordenador de Marketing da TF Sports, antes do evento.

O circuito, criado há 16 anos, ganhou ainda mais abrangência em 2018 com o novo acordo entre a TF Sports, empresa do grupo Track&Field, e o Santander Brasil. A Etapa Farol Santander faz parte das cerca de 240 provas a serem realizadas em diversas cidades do Brasil durante os três anos de vigência do contrato. Os clientes do Banco têm 25% de desconto nas inscrições para as corridas.

Fonte: Go! Running / Estadão

Anitta recebe notificação de seu condomínio, devido a barulho em festa

Anita recebeu nesta segunda-feira (02) uma carta de reclamação do Condomínio Mansões, na Barra da Tijuca, onde ela mora.

A carta divulgada pela coluna do Ancelmo Gois, do Globo, diz que a artista fez uma festança que varou a madrugada, e, “apesar de inúmeros pedidos de vizinhos para que o som fosse diminuído, a cantora deixou a música tocando nas alturas.”

O supervisor de segurança chegou a ir à casa dela, que respondeu, segundo a notificação: “Que estava em sua casa e que como tal, faz o que quiser”.

Notificação do condomínio enviada à Anitta:

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Fonte: O Globo / Rádio Tupi
 
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TJSP: condomínio não pode impedir locatários temporários de usar áreas comuns

A 27ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) decidiu que um condomínio de Bertioga, no litoral paulista, não pode impedir que locatários de curta temporada usem as áreas comuns do prédio, como churrasqueira e piscina. Em primeira instância, os pedidos da dona do imóvel para suspender os efeitos da assembleia que havia determinado a proibição foram considerados improcedentes, mas ela recorreu e reverteu a decisão neste ponto. Os desembargadores concordaram que ela não houve danos morais.

“A reserva dos aparelhos do Condomínio é feita única e exclusivamente para os Condôminos e seus familiares, não podendo ser feita para locatários TEMPORÁRIOS e a quem estiver inadimplente com as Taxas Condominiais”, prevê a norma interna, datada de 2015, do Condomínio Edifício Maitinga. A assembleia delimitou os espaços que podem ser usados pelo locatários por temporada: “Aos locatários e aos amigos será permitido apenas a utilização da unidade e de uma vaga na garagem. Será vedado a utilização da piscina, sala de jogos, churrasqueira, cozinha e salão de refeições”.

A advogada Lygia Ortega Mazzeu foi quem moveu a Apelação Cível depois de ter recorrentes problemas com locatários que não conseguiam usar a piscina do condomínio, onde tem apartamento há 30 anos. “Já tive que devolver o dinheiro da locação pelo menos 10 vezes”, conta a advogada, que aluga o apartamento pelo Airbnb. O anúncio deixa claro que a locação não permite o uso das áreas comuns, mesmo assim, a proprietária prefere devolver o dinheiro para evitar avaliações negativas na plataforma.

Na primeira instância, a juíza Luciana Mezzalira Mendonça de Barros, da 2ª Vara Judicial da Comarca de Bertioga, havia entendido que “o direito de propriedade não é absoluto e irrestrito e deve ser modulado em conformidade aos interesses da coletividade, impondo-se que em um condomínio tenha regras a serem observadas por todos os condôminos”.

Já o desembargador Alfredo Attié, relator do caso, considerou flagrantemente ilegal a proibição das áreas comuns por locatários por temporada. “Isso porque, inicialmente, não é possível a separação dos direitos de cada condômino às partes comuns, de sua propriedade exclusiva, pela íntima conexão entre a unidade imobiliária e as frações ideais”, pondera.

O magistrado cita o artigo 1.339, caput do Código Civil, que diz: “os direitos de cada condômino às partes comuns são inseparáveis de sua propriedade exclusiva; são também inseparáveis das frações correspondentes as unidades imobiliárias, com as suas partes acessórias”.

“A locação por temporada possui caráter residencial, ainda que de uso temporário, distinguindo-se apenas em razão do seu prazo de duração, que não pode ultrapassar 90 dias”, afirma a decisão.

Além disso, a alegação de que a questão seria interna corporis não prospera, segundo o desembargador. “Nada impede ao Poder Judiciário dirimir conflitos existentes entre particulares, quando há violação a direito fundamental”, como no caso.

Depois da decisão em segunda instância, a Maringá Administradora de Condomínio recomendou que o Condomínio Edifício Maitinga passe a autorizar o uso das áreas comuns pelo locatários temporários. Com relação a recursos, a administradora vai consultar a sindica do edifício para estudar essa possibilidade.

O desembargador Alfredo Attié salienta na decisão que o condomínio pode agir se houver o uso dessas áreas comuns de maneira inadequada. “Nada impede ao condomínio, por outro lado, a aplicação das sanções previstas no art. 1336, “caput”, IV c/c/ § 2º (utilização de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores) […]”, afirma.

O pedido de dano moral foi negado pelo entendimento de que não houve lesão à dignidade humana. “A prática de ato ilícito, por si só, não gera dever de indenizar moralmente, até porque, nos termos do art. 944 do CC/2002, a indenização mede-se pela extensão do dano, e não há, nos autos, prova de dano à igualdade, à integridade, psicofísica, à liberdade, bem como à solidariedade”, definiu Attié.

O processo tramita com o número 1000006-41.2017.8.26.0536 no TJSP.

Fonte: Jota

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Dia do(a) síndico(a) – 30 de novembro/19

30 de novembro ficou designado para celebrar o DIA DO(a) SÍNDICO(a), que devido à pluralidade das habilidades que necessita, para exercer seu papel com excelência, pode-se também comemorar junto com inúmeras profissões envolvidas: dia do advogado, engenheiro, administrador, psicólogo, psiquiatra, bombeiro e por aí vai.

Ainda existem muitos síndicos que ocupam o posto, basicamente, apenas pelo altruísmo em servir a comunidade e, na maior parte dos casos, sequer recebem o reconhecimento devido. Por se tratar de um cargo eletivo oposições e questionamentos frequentes às decisões são parte inerente ao dia a dia e função.

Assim, a Solvit Soluções Condominiais, presta justa homenagem a esse ser humano, profissional ou condômino, que acima de tudo, lida diariamente com o sonhos das pessoas, pois sendo moradia, investimento e/ou negócio trata-se do patrimônio, do lar e, em última instância, da convivência diária em comunidade, seja em âmbito laboral ou familiar.

Por tudo isso, iniciamos oficialmente hoje (30.11.2019) o movimento #ORGULHODESERSÍNDICO #OSS a partir de agora use essa #hashtag se você também tem orgulho de estar neste seleto grupo de  

“Grandes líderes quase sempre são grandes simplificadores, que conseguem passar por discussões, debates e dúvida para oferecer uma solução que todos possam entender.” – Colin Powell, secretário de estado norte-americano.

Parabéns, feliz dia do(a) síndico(a).

Solvit Soluções Condominiais

#ORGULHODESERSÍNDICO #OSS