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Concorrência entre bancos facilita a compra da casa própria

Em um mercado de acirrada e crescente concorrência entre os agentes financeiros, o apelo na oferta de crédito imobiliário pelos bancos tem ido além da redução das taxas de juro.

Processo de corte que, tudo indica, levaram os juros próximos do piso nesse segmento depois que a Caixa Econômica baixou a taxa de uma de suas linhas de financiamento imobiliário para 6,50% ao ano.

A queda dos juros cobrados no financiamento habitacional, de acordo com os bancos, é um movimento que acompanhar a descida da taxa básica de juros, a Selic, que alcançou a mínima histórica de baixa. Está em 4,50% ao ano e pode recuar mais um pouco em fevereiro.

Além dos ajustes nos juros cobrados do mutuário, alguns bancos têm acenado também, na disputa para a atração de clientes, com estímulos adicionais. Ampliar o valor do limite de crédito imobiliário a ser concedido ao comprador é um deles.

Na virada deste ano, o Santander Brasil passou a financiar até 90% do valor de imóvel em compra com financiamento contratado na modalidade ‘(Sistema de Amortização Constante) de parcelas atualizáveis.

Nele, o valor da prestação é maior nas parcelas iniciais e vai diminuindo ao longo do tempo. E nessa toada de mensalidades com valor decrescente, o mutuário chega ao fim do contrato com a dívida quitada.

Com a ampliação do volume financiado, de 80% para 90%, o candidato a mutuário será beneficiado com a exigência de um valor inicial menor na entrada. Em vez de ser equivalente a 20% do valor do imóvel, ele terá de desembolsar metade disso, 10%, para negociar o empréstimo com o banco.

Em um imóvel avaliado em R$ 500 mil, o candidato entregará, em vez de R$ 100 mil, uma poupança de R$ 50 mil.

O financiamento de até 90% do valor do imóvel vale para a compra de unidades residenciais a partir de R$ 90 mil e até R$ 1,5 milhão pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), com recursos da caderneta de poupança.

As taxas de juro variam e podem chegar à mínima de 7,99% ao ano mais Taxa Referencial (TR), que está zerada no momento e assim pode permanecer enquanto a Selic continuar baixa. O mutuário poderá quitar o crédito imobiliário em até 35 anos ou 420 meses.

A comprovação de renda para análise de crédito e para ter acesso ao financiamento, de acordo com o Santander, pode ser feita com a soma de rendimentos de outras pessoas, mesmo sem relação de parentesco. É permitido o uso também dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A aprovação do empréstimo está condicionada a uma verificação de crédito personalizada. Os interessados podem simular o financiamento imobiliário por meio do site do banco.

O aumento do volume de crédito habitacional concedido pelo Santander facilitará a vida do candidato à compra financiada de imóvel, que precisará de valor menor para dar como entrada, mas exigirá algumas  contrapartidas.

Uma delas é o valor da prestação mais elevado, porque será calculado sobre um valor de financiamento maior.

Novidades

Ainda em meio à concorrência entre bancos na disputa por clientes para a concessão de crédito imobiliário, a Caixa Econômica Federal realiza estudos para a redução de taxas cobradas de mutuários antigos que contraíram empréstimos antes da atual temporada de redução dos juros.

A iniciativa teria duplo objetivo: conter a migração de mutuários para outros bancos, pelo sistema de portabilidade, movimento que ganha força no mercado de financiamento de imóvel, e também atrair contratos feitos em outros bancos com a oferta de melhores condições, principalmente juros mais baixos, ao mutuário que migra de agente financeiro.

Dados do site do Banco Central apontam que entre 2016 e 2019 – período que a taxa Selic recuou de 14,50% ao ano para 4,50% e derrubou também os juros do crédito imobiliário – o volume de financiamentos habitacionais transferidos de um banco para outro passou de R$ 8,8 milhões para R$ 1,5 bilhão.

A expectativa de especialistas do setor é que a portabilidade desse tipo de contrato continue em alta em 2020.Está em gestação também na Caixa uma linha de crédito habitacional com prestações prefixadas. O mutuário saberá quanto vai pagar do começo ao fim do contrato.

Dependendo do que vier a ser a sua taxa de juro, essa modalidade pode ser interessante porque traz como principal vantagem a possibilidade de planejamento para a compra do imóvel.

Fonte: Estadão

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5 Erros mais comuns na Hora de Comprar a casa própria

A falta de conhecimento pode transformar a hora de comprar a casa própria num grande pesadelo. Por isso, antes de fechar qualquer negócio, saiba que informação nunca é demais. De acordo com o gerente comercial da Elmo Incorporações em Palmas, César Molina, um dos erros mais comuns de quem está negociando um imóvel, seja na planta, novo ou usado, é se esquecer de considerar os gastos extras que se terá ao comprar um imóvel, como taxa cartorárias e  impostos registro ou transferência.

No caso de quem compra um imóvel na planta, o gerente lembra que não verificar todos os detalhes do memorial descritivo é outra falha recorrente. “Ler detalhadamente e ter em mão esse documento é importante para que o comprador não tenha ‘surpresas’ na hora de receber sua residência nova. É no memorial que se tem o detalhamento de todo o material usado na obra, inclusive o de acabamento”, explica.

Um dica importante dada pelo especialista imobiliário é verificar histórico do imóvel, da construtora e do profissional de corretagem que estiver mediando a negociação. “É regra geral fazer essa verificação para pode dar o primeiro passo na compra de um imóvel”, frisa.

Se você está a um passo de realizar essa importante compra, veja outros erros que podem ser evitados para que entre na sua casa própria e não numa “armadilha”:

Erro 1: Não levar em conta a localização

Diante da oportunidade de se fazer um bom negócio o excesso de empolgação pode comprometer a atenção do comprador a questão básicas, como a escolha da localização. César lembra que muitas vezes as pessoas se deixar se levar pela questão do preço, que é importante sim, mas não é tudo. Por isso o especialista explica que para definir o local da moradia é preciso ter-se em mente a rotina da família, a qualidade de vida no entorno do imóvel e o potencial de valorização da região onde ele está.

Erro 2: Não ler o memorial descritivo

Para quem adquire um imóvel na planta é preciso ler e ter em mãos o memorial descritivo, um documento público emitido pela incorporadora responsável pelo empreendimento onde são descritos todos os itens da unidade imobiliária como tipo de piso e revestimento, pintura, cores, metragens dos ambientes do internos e também das vagas de garagem. O memorial descritivo também traz detalhes sobre acabamentos e mobiliários nas áreas comuns. A regra básica é que antes de fechar o negócio, avalie todos os elementos descritos no memorial e faça o mesmo no momento de receber as chaves.

Erro 3: Desconsiderar gastos adicionais

Além das despesas com o financiamento do imóvel, ou seja as parcelas e balões, é imprescindível que os futuros compradores avaliem os gastos adicionais que estão envolvidos, como despesas cartorária e taxas como Imposto sobre a transmissão de bens imóveis (ITBI) que podem responder por até 10% do valor do imóvel. Outra dica dada por César Molina é não comprometer mais do que 30% da renda familiar na hora de comprar a casa própria.

Erro 4: Deixar de ler o contrato

Todos já deveriam saber que o contrato é um documento que deve ser lido com muita atenção, principalmente porque envolve a compra de um bem muito financeiramente muito valiosos. Mas ainda sim tem gente que negligencia essa parte da negociação. Molina alerta para que nunca se assine nenhum documento antes de checar item por item para evitar fazer acordos injustos ou que você não consigurar cumpir. Em caso de dúvidas, busque ajuda profissional de confiança, como a de um advogado. comprar a casa própria

Erro 5: Buscar referências de outros empreendimentos

O histórico da qualidade dos projetos executados pela incorporadora é de extrema importância para uma compra assertiva de um imóvel. É importante pesquisar as referências da empresa, junto a amigos parentes e até mesmo em órgãos de proteção do consumidor. Para não errar, visite o stand de vendas da empresa e colha informações dos trabalhos realizados. Buscar referências também do corretor com quem está trabalhando também é importante, certifique principalmente se o profissional tem o número do Creci validado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis.

Fonte: Conexão Tocantins

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Mercado Imobiliário deve crescer mais que o PIB Brasileiro em 2020

A falta da garantia de empregos e as taxas altas que a crise econômica gerou levou com que as pessoas deixassem de investir em imóveis, paralisando o segmento. No entanto, assim como falamos nas últimas edições, cada vez mais o mercado imobiliário vem ganhando destaque, deixando para trás a crise que assola o país desde 2014.

Graças aos sinais de recuperação do mercado imobiliário registrados nos últimos dois anos, aliado ao crédito imobiliário que o governo federal promoveu, o ano de 2020 tenha tudo para retomar o ciclo de alta.

Isso fica claro quando observamos os dados divulgados no Raio-X do 3º trimestre pelo FipeZap, no qual 38% dos entrevistados admitiram querer comprar um imóvel nos próximos três meses. Desses, 88% desejam adquirir para moradia própria e 12% buscam investir.

Esse otimismo não é só do comprador ou investidor, mas também dos especialistas, que destacaram que de novembro de 2018 a novembro de 2019 foram construídos 290 mil imóveis, registrando uma alta de 32% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Vale mencionar que, graças a redução da taxa selic (4,5%), considerada a menor da história, os bancos foram obrigados a reduzir suas taxas. Segundo presidente do Secovi (Sindicato da Habitação), o valor das parcelas do financiamento de 2020 podem ser cerca de 30% menor se comparado ao do inicio de 2019.

Vale lembrar que tanto a Caixa Econômica Federal como o Banco do Brasil abriram linhas de créditos especiais para o investimentos imobiliários, entre elas está a linhas de crédito corrigidas pelo IPCA, que privilegia a pessoa que é boa consumidora, ou seja, quem têm boas relações com o banco pagará taxas menores.

Outro fator que aponta o aquecimento do mercado imobiliário é a alta dos preços dos lançamentos dos imóveis. Segundo dados do Secovi, nos 10 primeiros meses de 2019 a média do metro quadrado dos imóveis novos de São Paulo ficou em R$ 8.862, contra R$ 8.029 em 2018, uma valorização de 10%. No entanto, mesmo com as expectativas positivas, não há unanimidade entre os especialistas se os preços dos imóveis irão subir.

Como estratégia do comprador ou investidor, vale a pena investir em um imóvel neste momento ainda quando não existe uma alta considerável em relação aos preços.

Levando em conta todos esses fatores, especialistas apontam que o PIB da construção civil será maior que os 2,30% esperados pelo mercado para o PIB do Brasil para 2020.

Fonte: Jornal SP Norte

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Confiança do empresário da construção atinge maior nível desde 2014

O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,1 pontos na passagem de dezembro de 2019 para janeiro deste ano. Essa foi a oitava alta consecutiva do indicador, que chegou a 94,2 pontos, maior patamar desde maio de 2014 (94,6 pontos).

O Índice de Situação Atual, que mede a confiança dos empresários da construção no momento presente, avançou 1,7 ponto e chegou a 84,3 pontos. A maior contribuição para esse resultado veio do componente “carteira de contratos”.

O Índice de Expectativas, que mede a confiança do empresariado do setor em relação aos próximos meses, cresceu 2,4 pontos e alcançou 104,2 pontos, o maior valor desde setembro de 2012 (104,5 pontos). Dos quesitos que compõem esse índice, a principal alta veio da demanda prevista para os próximos três meses.

Segundo a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo, o resultado de janeiro é um sinal do que deve ser a dinâmica predominante em 2020: um aumento do protagonismo da área de edificações, puxado pela melhora do mercado imobiliário residencial em 2019.

Para ela, no entanto, ainda há um longo percurso para recuperar o patamar de atividade anterior à crise. A demanda, de acordo com a pesquisadora, é o principal limitador do setor.

O Nível de Utilização da Capacidade caiu 1 ponto percentual, para 70,9%.

Fonte: Isto É Dinheiro

 

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Queda da Taxa Selic favorece compra de imóveis de alto padrão

O começo de 2020 mostra-se promissor para quem deseja investir em imóveis de alto padrão. A boa notícia vem de pesquisa realizada pela Associação dos Registradores de Imóveis de São Paulo (Arisp) junto a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Os dados coletados em setembro de 2019 apontam que a queda da taxa favorece o acesso ao crédito imobiliário, pré-requisito fundamental para o sucesso das negociações dos imóveis de padrão. Abaixo, vale conferir por que isso acontece.

Entender a relação entre a taxa Selic e os Imóveis de Alto Padrão

Selic ou Sistema Especial de Liquidação e Custódia é a taxa básica de juros, que serve como modelo para que os bancos no Brasil pratiquem os seus interesses.

Quando o governo aumenta a taxa básica, por exemplo, o resultado é o aumento das taxas de financiamento, inclusive para a compra de imóveis. Essa é uma prática comum em tempos de recessão a fim de frear a inflação.

O aumento da taxa Selic, assim, pode frear a quantidade de pessoas que tem acesso a crédito para esse investimento — contudo, pode ser a chance para aqueles que são capazes de investir à vista. Assim, a pressão causada pelo aumento das taxas de juros faz com que algumas proprietárias e incorporadoras pratiquem menores valores a fim de estimular as vendas. Portanto, uma ótima oportunidade de fazer um bom negócio.

O mercado dos imóveis de alto padrão, por sua vez, comporta-se de outra maneira já que nem sempre aqueles que buscam investir possuem o capital necessário para pagar à vista. Por isso, a importância da diminuição da taxa básica para alavancar a venda deste tipo de imóvel.

Bom rendimento e baixa desvalorização faz essa opção um bom negócio

Em uma cidade global com mercado aquecido como São Paulo, os apartamentos de alto padrão tornam-se uma ótima opção de investimento para aqueles que querem diversificar o seu portfólio e investir um imóvel que pode ser fonte de renda passiva.

A taxa está em seu recorde histórico desde 1996, 5%, e a economia apresenta-se bem estável.

Como isso em mente, investimento de alto padrão é uma escolha segura já que chega a crescer até 20% ao ano segundo jornal O Estado de São Paulo.

Fonte: Terra
 
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Síndico profissional é carreira em expansão no Rio

Há cinco anos, o chefe de cozinha Antônio Carlos De Luca, de 44 anos, era eleito síndico e assumia a administração do condomínio onde morava com a família, após uma votação em que nenhum dos vizinhos quis ocupar a função. Era difícil dimensionar o tamanho do desafio de comandar um condomínio semelhante a um clube, com quase 500 unidades habitacionais. A experiência, porém, mudou o rumo da carreira de Antônio Carlos, que se tornou síndico profissional, responsável pela gestão de oito prédios com os mais diversos tamanhos. Ele viu sua renda crescer 60% neste período, com dedicação exclusiva.

— É uma função que mudou minha vida, e não me vejo mais fora dela. Além de todo o conhecimento técnico, fiz diversos cursos e me dedico à gestão de pessoas.

A trajetória profissional de Antônio Carlos tem se tornado cada vez mais comum. O que tem seduzido boa parte dos síndicos profissionais é a expectativa de remuneração — que varia, em média, de 1,5 a 2,5 salários mínimos por condomínio — e o potencial de empregabilidade. Dados do Secovi Rio mostram que há 29.979 condomínios na cidade do Rio, mas nem a metade com administradora responsável.

Além disso, somente 616 condomínios têm síndicos externos, sendo 344 profissionais, com formação específica. Por isso, trabalhadores com diferentes formações estão abraçando a função que, por muitos anos, foi sinônimo de dor de cabeça e aborrecimento. Por isso, o perfil do síndico vem mudando rapidamente:

— Já foi a época em que o síndico era aquele aposentado com disponibilidade de tempo. Agora, há muitos jovens com formação universitária ou técnica interessados na função — avaliou Marcelo Freire, gerente-geral de Condomínios da Apsa.

Para Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio, a demanda por esse profissional tem crescido na esteira do aumento da complexidade da gestão dos condomínios, que hoje oferecem cada vez mais serviços e abrigam um maior número de moradores, com orçamentos cada vez mais robustos.

Segundo ele, uma das vantagens do síndico profissional é a capacidade de gestão especializada das finanças e uma visão imparcial das questões envolvendo os moradores. Para o especialista, ao contratar o síndico, a administração deve ficar atenta aos custos extras, além de cobrar uma otimização dos recursos financeiros.

— Em alguns prédios, o síndico morador fica isento da cota condominial e, neste caso, esse valor pode se aproximar bastante de um síndico externo profissional. Uma administração assim, no primeiro ano de gestão, pode pagar o investimento que os moradores fizeram (custo salarial), por meio da economia de recursos com pessoal, energia, água, obras e manutenção, entre outros itens. O conhecimento especializado em gestão faz muita diferença — opina Schneider.

Depoimento: ‘Acabei mudando de profissão e ganho mais’, Marcos Moreira, síndico profissional, de 56 anos

Eu era representante comercial e acabei assumindo como síndico morador do meu prédio porque, onde resido, ninguém queria ser síndico. Eu tratava a administração com carinho, zelo e transparência. Fui sendo reeleito. Foi aí que descobri a paixão pelas gestões financeira e de pessoas e senti que deveria me capacitar na área. Eu percebi que existia ali uma grande oportunidade de carreira e consegui aumentar a minha renda mensal em mais de 50%, com a nova atuação. Hoje, eu administro dez condomínios entre os bairros de Recreio, Barra da Tijuca, Leblon e Laranjeiras.

Veja cursos de especialização

Além de dominar questões sobre as normas que regem um condomínio e a legislação do setor, o síndico tem que se especializar em comunicação e gestão de crise. O profissional deve estudar as questões presentes no Direito Trabalhista, Fiscal e Tributário. Tem ainda que conhecer um pouco de estrutura e engenharia, além de sistemas prediais e gestão orçamentária, entre outros conhecimentos. Algumas entidades já oferecem cursos na área.

A Solvit Soluções Condominiais oferece cursos de síndico profissional, com professores que ainda estão na ativa, ou seja, além da base teórica imprescindível, todos os aspectos práticos e atuais são compartilhados por profissionais que foram eleitos e atuam neste mercado que cresce em todo país. CLIQUE AQUI caso queira saber primeiro informações sobre as próximas turma e ingressar neste setor que vem mudando a vida de muitas pessoas.

Fonte: Adaptado da GLOBO (Extra)

 

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Em 2019, aluguel aumentou 4,10%, diz Secovi-SP

O sindicato das imobiliárias de São Paulo registrou alta de 4,10% no acumulado do ano (janeiro a dezembro de 2019) nos valores de locação residencial. Para o Secovi-SP, apesar da alta nos 12 meses, o preço dos aluguéis ficou abaixo do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas, que registrou variação de 7,30% neste mesmo período. Ainda segundo a entidade, em dezembro, o aluguel apresentou variação de 0,20%.

De acordo com a entidade sindical, na análise por número de dormitórios, os imóveis de 3 quartos apresentaram alta de 0,55% em dezembro, seguidos pelas unidades de 1 dormitório com aumento nos aluguéis de 0,25%. Já os imóveis de 2 quartos ficaram estáveis no  mês de dezembro.

Para Adriano Sartori, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, a recuperação do mercado de locação residencial em 2019 reflete a volta da confiança do investidor na macroeconomia. Sartori acredita que “o mercado está confiante na retomada da economia e tem reajustado, ainda que abaixo dos índices de inflação, o preço do aluguel, objetivando uma recuperação. A prática é legítima, porque grande parte dos donos de imóveis para locação são pequenos investidores, que complementam a renda familiar ou a aposentadoria”, afirmou.

Garantias e velocidade de locação.

O fiador foi o tipo garantia mais frequente entre os inquilinos, respondendo por 45% dos contratos de locação realizados. O depósito de três meses de aluguel foi a segunda modalidade mais usada – cerca de 38% escolheram essa forma de garantia. O seguro-fiança foi o tipo de garantia pedido por 17% dos proprietários.

O Índice de Velocidade de Locação (IVL), que avalia o número de dias que se espera até que se assine o contrato de aluguel, indicou que o período de ocupação foi de 16 a 42 dias. Os imóveis alugados mais rapidamente foram as casas e os sobrados: 16 a 40 dias. Os apartamentos tiveram um ritmo de escoamento mais lento: 22 a 45 dias.

Vila Mariana.

Mensalmente, o levantamento do sindicato analisa dados históricos dos valores negociados por bairros. Neste mês, a região analisada foi vila Mariana. De acordo com os dados divulgados, os imóveis em bom estado de conservação, com vaga de garagem e que foram contratados em novembro na vila Mariana, registraram valor médio por m² de R$ 34,77 para 1 dormitório, R$ 22,83 para 2 dormitórios e de R$ 23,92 às residências de 3 dormitórios.

A variação média dos valores de locação residencial acumulada no período janeiro de 2013 a dezembro de 2019, na região da vila Mariana, foi de crescimento de 4,3% para os imóveis de 1 dormitório, queda de 17,3% para os imóveis de 2 dormitórios e redução de 0,6% para as residências de 3 dormitórios.

Fonte: Secovi-SP / Folha do Condomínio

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Construtora terá que ressarcir cliente por atraso na entrega do imóvel

A Construtora MRV terá que realizar o ressarcimento de diversos pagamentos a uma cliente, diante do atraso na entrega do imóvel, que superou a data prevista no contrato assinado entre as partes.

A determinação se deu após o julgamento de recurso de Apelação movido pela consumidora e julgado pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do RN.

O órgão julgador definiu que a empresa deverá indenizá-la por danos morais, restituir de forma simples os valores pagos à Caixa Econômica Federal como taxa de construção no período de atraso da entrega do imóvel, compreendido entre outubro de 2011 a outubro de 2012, e pagar multa por descumprimento contratual em parcela única de 2% sobre o valor do imóvel.

A decisão ressaltou, de um lado, que o atraso de 180 dias previsto torna-se aceitável em razão da complexidade que envolve a construção de um empreendimento de grande porte, sendo tolerável pela jurisprudência nacional a postergação da data de entrega nesse prazo, independente da ocorrência de fatos extraordinários, desde que assim esteja expressamente previsto no contrato celebrado. Contudo, por outro lado, não é o caso da demanda apreciada. atraso na entrega do imóvel

“A narrativa das partes e os documentos trazidos aos autos tornam incontroversa a extrapolação do referido prazo na conclusão e na entrega do imóvel adquirido, que denota que o cumprimento da obrigação da ré somente ocorreu em outubro de 2012, isto é, 12 meses após a data limite”, enfatiza o desembargador Ibanez Monteiro, relator do recurso.

Desta forma, a decisão destacou que a construtora deixou de cumprir a obrigação originalmente pactuada, na medida em que não efetuou a entrega do imóvel na data ajustada entre as partes, bem como teria a obrigação de comprovar a ausência de defeito no serviço prestado ou que este ocorreu por culpa do consumidor ou de terceiro, situação que não ficou evidenciada no processo.

“Nesse caso, o ressarcimento por danos emergentes do valor desembolsado pelo autor deve ser corrigido pelo INPC a partir do pagamento de cada parcela e incidirem juros de mora de 1% a partir da citação”, ressalta o desembargador Ibanez Monteiro, ao manter a não necessidade de devolução das taxas retidas de corretagem, diante do fenômeno jurídico da prescrição, que é o fim do prazo legal para iniciar uma demanda ou mover um dado recurso.

Fonte: Portal N10 / Publicidade Imobiliária

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Lei sobre acessibilidade em residências passa a vigorar em 27 de janeiro

Entra em vigor no dia 27 de janeiro de 2020 o Decreto 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão – LBI (Lei 13.146/2015), obrigando novos empreendimentos residenciais a incorporarem recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência. A medida será válida para novas unidades residenciais com regramento específico, com exceção de habitações de interesse social.

Conforme a nova legislação, as moradias deverão apresentar características construtivas que viabilizem sua adaptação interna para uma unidade acessível, sem afetar estrutura e instalações prediais.

No caso de empreendimentos projetados com sistema construtivo que não permita futuras alterações, como alvenaria estrutural, é determinado que 3% do total de apartamentos apresentem características da unidade acessível, independentemente de haver demanda posterior.

A lei determina, ainda que os compradores dos imóveis podem solicitar à construtora, por escrito, até o início da obra, a adaptação razoável de sua unidade, informando sobre os itens de sua escolha para instalação na residência. As construtoras e incorporadoras estão proibidas de cobrarem valores adicionais pelos serviços.

Também é definido que 2% das vagas de garagem ou estacionamento vinculadas ao empreendimento sejam reservadas para veículos que transportam pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

Fonte: AECweb

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Condomínio luxuoso nos EUA terá aeroporto particular

Turnberry Ocean Club pretende atrair milionários brasileiros, com apartamentos de até R$ 140 milhões.

Nos últimos anos, Miami tem se tornado o destino para brasileiros famosos e milionários, que buscam um lugar seguro para morar ou uma casa de veraneio fora país. O local é um dos destinos favoritos desse público, atrás de privacidade. Além disso, o lugar tem ganhado destaque no mercado imobiliário global, mesmo em meio a um cenário político estadunidense conturbado em função de uma possível guerra e eleições, em função do surgimento de diversos empreendimentos de alto padrão.

Além disso, com a reforma tributária que vem acontecendo nos EUA e limitou as deduções federais sobre impostos estaduais e municipais, a Flórida se tornou destino desses empreendimentos de luxo muito pela cobrança de impostos menos rígida. Esta tendência está no sentido contrário de outros locais, como Nova Iorque, que veem os custos de impostos sobre grandes mansões e fortunas aumentarem, encarecendo muito o investimento.

Segundo os responsáveis pelo Turnberry Ocean Club, o empreendimento milionário que deve estar completamente concluído no começo de abril, na primavera, é um exemplo dessa tendência. Construído com a expectativa de ser o mais luxuoso dos Estados Unidos, o condomínio possui, entre as extravagâncias, acesso à visão tanto do pôr do sol quanto do nascer do sol.

São 154 apartamentos com arquitetura em paredes de vidro, design do mundialmente reconhecido Carlos Zapata. O empreendimento possui um aeroporto particular, aberto todos os dias da semana das 6h às 22h. “Oferecemos o máximo de luxo para um público que quer conforto e privacidade. Somos um dos únicos empreendimentos do mundo com um aeroporto próprio para os nossos proprietários. Muitos de nossos clientes são de fora do país, então a pista de pouso é essencial para oferecer a melhor experiência possível”, disse Jim Cohen, presidente do Fontainebleau Residential Development, grupo responsável pela marca Turnberry Ocean Club.

Ao todo serão mais de 70 mil m² construídos em um total de 54 andares. O prédio ainda contará com uma piscina suspensa com borda infinita a mais de 90 metros acima do mar. “O nosso objetivo é construir um paraíso particular, onde os moradores do condomínio possam ter o máximo de facilidades possíveis. É mais do que um simples condomínio de luxo. É uma experiência completamente nova”, concluiu Cohen

Fonte: Folha do Condomínio