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Cálculo do ITBI deve ser baseado em valor da venda do imóvel, entende TJ-DF

O cálculo do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) deve ter como base o valor da venda do imóvel e não tabela própria. Com esse entendimento, a juíza substituta do 1º Juizado Especial da Fazenda Pública do Distrito Federal condenou o DF a restituir consumidor que pagou valor acima do devido.

No caso, o cliente comprou o apartamento, mas o Distrito Federal calculou o ITBI com base em tabelamento próprio e  gerou uma diferença de R$ 8,6 mil na cobrança do imposto, correspondente a 3% do valor do imóvel.

Em seu defesa, o DF alegou que o cálculo do imposto observou o disposto na Lei Distrital 3.830/2006 e que a base de cálculo do tributo pode não corresponder ao valor declarado pelo contribuinte.

Ao analisar o caso, no entanto, a juíza explicou que o Código Tributário Nacional prevê que a base de cálculo do imposto de transmissão deve ser feita considerando o valor de venda do bem ou do direito transmitido.

O valor, disse, “só pode ser arbitrado desde que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado”.

Com isso, a juíza considerou que ficou ausente a demonstração de instauração do processo regular e dos critérios usados para justificar  . Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.

Processo: 0744819-97.2019.8.07.0016

Fonte: Conjur

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Condômino é proibido de entrar em prédio por conduta antissocial

A juíza de Direito Fernanda Galliza do Amaral, do Rio de Janeiro, determinou o afastamento de morador de condomínio em Ipanema, por entender caracterizado abuso do direito de propriedade.

Na ação do condomínio foi listada uma série de transgressões do morador, como: barulhos durante o dia e madrugada, com gritos e toque de cornetas, ameaça e agressão verbal contra os funcionários, manutenção das portas abertas do seu apartamento – permitindo o acesso de pessoas estranhas, como mendigos, crianças de rua, ambulantes e criminosos -, desvio do uso da garagem para armazenamento de objetos e ocupação das áreas comuns de forma irregular. Das 20 unidades do condomínio, 13 subscrevem abaixo-assinado a favor do afastamento do morador.

Conduta antissocial

A magistrada, ao analisar a pretensão, explicou que a controvérsia dos autos decorre, de um lado, do direito de propriedade e, de outro lado, do direito de vizinhança.

Considerou a juíza, entre outras provas, relato do porteiro informando que o requerido retorna para o imóvel à noite, normalmente acompanhado de mendigos e moradores de rua, bem como certidão que o réu possui problemas psicológicos, residindo com um sobrinho que possui dificuldades de lhe manter medicado.

O fato é que o réu não utiliza sua propriedade de forma normal, ultrapassando os limites toleráveis da propriedade, ao permitir o ingresso de pessoas estranhas nas dependências do condomínio, o que coloca em risco os demais condôminos e funcionários.”

Fernanda Galliza do Amaral considerou ainda fartas fotografias juntadas aos autos e demonstração no sentido de que o morador responde a um processo criminal por estupro de vulnerável, já tendo respondido outro por ameaça.

Isto significa que o réu é pessoa que coloca em risco a integridade física dos moradores do edifício, além de seus funcionários, demonstrando ser pessoa violenta e que não consegue conviver em sociedade de forma pacífica.”

Ainda segundo a sentença, em situações como esta, pode-se adotar medidas extremas para fins de cessar a conduta ilícita do condômino antissocial, uma vez que o “direito de propriedade não revela ser um direito absoluto, não podendo ser exercido de forma nociva para os demais condôminos”.

O réu está proibido de entrar no condomínio sob pena de multa diária de R$ 500, a partir do trânsito em julgado da sentença.

O escritório Coelho, Junqueira & Roque Advogados patrocinou a ação pelo condomínio. Segundo o advogado André Luiz Junqueira, sócio titular da banca, para se chegar a expulsão do morador antissocial, o caso tem que ser muito grave:

Essa decisão exemplifica a viabilidade de afastamento judicial de morador nocivo, desde que o juiz receba provas suficientes da incompatibilidade de convivência. É injusto que os demais condôminos sejam obrigados a se mudar por conta de um vizinho antissocial.

Fonte: Migalhas

 
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Mudança na Lei de Zoneamento prevê edifícios mais altos dentro de bairros e mais vagas de garagem em São Paulo

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Caixa Reduz Juro do Financiamento Imobiliário E Taxa Mínima Cai Para 6,75% Ao Ano, A Menor Do Mercado

Novas taxas valem para financiamentos que usam a TR; é o segundo corte em linhas de crédito para casa própria do banco em menos de um mês. financiamento imobiliário

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira, 30, uma nova redução nas taxas de juros para o financiamento imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE), que utilizam uma taxa pré-fixada mais a taxa referencial (TR). A menor taxa passou de 7,5% ao ano mais TR para 6,75% ao ano e a maior: de 9,5% mais TR ao ano para 8,5% mais TR ao ano. As novas taxas serão válidas a partir da próxima quarta-feira, 6.

As tarifas menores valem para linhas de crédito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). O SFH é voltado para os financiamentos de imóveis de menor valor e tem parte das unidades financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O SFI é destinado a imóveis mais caros, sem cobertura do FGTS.

Essa foi a segunda redução nos juros do financiamento imobiliário em menos de um mês. Em 8 de outubro, o banco já havia baixado as taxas mínimas e máximas do crédito imobiliário em 1 ponto percentual. Em setembro, o Itaú reduziu de 8,1% mais TR para 7,45% mais TR a taxa de juros mínima para a casa própria e o Bradesco de 8,20% para 7,30%.

As novas taxas da Caixa não valem para linhas de financiamento imobiliário que usam a inflação para correção. A linha que usa o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), anunciado em agosto. Nesse financiamento, a taxa mínima é o IPCA mais 2,95% ao ano e a máxima, o IPCA mais 4,95% ao ano.

A Caixa lidera o mercado de financiamento imobiliário, com 69% de participação no mercado. Em 12 meses encerrados em junho, a carteira de crédito habitacional do banco cresceu 3,6%, chegando a 452,3 bilhões de reais.

Fonte: Veja

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Projeto de condomínio para idosos pode ser replicado no país

O programa Viver Mais Paraná, criado pelo Governo do Estado para atender idosos carentes com moradias, pode inspirar políticas públicas e linhas de financiamento voltadas para a terceira idade em todo o País. A informação é do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. O banco estatal também pode ajudar a estender o programa para mais cidades paranaenses a partir de 2020.

O Viver Mais Paraná foi apresentado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta segunda-feira (28), no Palácio Iguaçu, em encontro com as diretorias nacional e regional da Caixa, no qual foi lançado o programa Caixa Mais Brasil, que reduz taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas.

Guimarães estabeleceu a vice-presidência da Caixa como canal direto com o Governo do Estado e a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) para analisar os avanços do Viver Mais. Neste primeiro momento serão construídos 14 condomínios para a terceira idade com 40 unidades cada para atender a população de baixa renda, num sistema que une aluguel simbólico e atendimento social.

“É um programa interessante para a terceira idade, adorei a ideia. Vamos levar, pode ter alcance nacional. Vamos estudar como encaixar esse programa. Temos vocação para atender os mais carentes, as crianças e os deficientes, mas faltava um projeto mais estruturado para a terceira idade”, afirmou o presidente da Caixa.

Ratinho Junior pontuou a importância da parceria com a Caixa e afirmou que a instituição dá segurança ao Estado para realizar os seus investimentos. “A Caixa Econômica Federal tem uma parceria muito forte com o Paraná. O intuito é fortalecer as parcerias, que vão desde a área de financiamento em saneamento a programas habitacionais, mas também projetos de infraestrutura que precisarão de recursos nos próximos meses”, acrescentou o governador.

Pedro Guimarães também destacou que o direcionamento de ações do Estado para o turismo é um dos diferenciais do Paraná em relação aos demais entes da federação. “Gostei muito do projeto do balonismo (evento que aconteceu no Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa), do foco em turismo, desse incentivo para a população mais carente, que é uma questão essencial para a Caixa”, complementou.

 

VIVER MAIS

Os primeiros empreendimentos do Viver Mais Paraná serão realizados em Cascavel, Cornélio Procópio, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Irati, Jaguariaíva, Londrina, Maringá, Palmas, Piraquara, Ponta Grossa, Prudentópolis e Telêmaco Borba. Somente cidades com mais de 70 mil habitantes foram contempladas neste momento.

Maior programa de habitação do País para a terceira idade, a iniciativa coordenada pela Cohapar beneficia pessoas com mais de 60 anos que não têm casa própria. Cada condomínio contará com infraestrutura de saúde, assistência social e lazer para os futuros moradores.

Serão 40 moradias adaptadas por condomínio, construídas em estruturas horizontais fechadas, com espaços para saúde, assistência social e lazer. Os projetos arquitetônicos contam com praça de convivência, biblioteca, sala de informática, academia ao ar livre, horta comunitária, salão de festas e piscina para hidroginástica.

Pelos contratos firmados com os municípios, as prefeituras serão responsáveis pela manutenção dos condomínios. Caberá às administrações locais também a prestação de serviços periódicos básicos de saúde e assistência social nos condomínios, em espaços reservados para esta finalidade.

Participarão da seleção idosos com renda de um a seis salários mínimos, e que não sejam proprietários de outros imóveis. Os escolhidos poderão residir nas casas por tempo indeterminado, sozinhos ou em casais, com o pagamento de uma contrapartida mensal de 15% de um salário-mínimo, que equivale atualmente a R$ 149,70.

 

COHAPAR

Desde o início de 2019, foram entregues 803 casas urbanas e rurais de projetos do governo federal, com a participação da Cohapar. As unidades somam R$ 52 milhões de investimentos federais e estaduais aplicados em habitação popular em 21 municípios paranaenses. Há ainda outras 3.800 unidades em construção e o Governo negocia novas contratações junto à União e à iniciativa privada para aumentar os investimentos no Paraná.

 

PRESENÇAS

Participaram do encontro o vice-governador Darci Piana; o secretário da Fazenda, Renê Garcia Júnior; o presidente da Sanepar, Claudio Stabile; o assessor da Presidência da Caixa, Leandro Mattos; a superintendente nacional da Caixa, Élcio Lara; o superintendente regional Curitiba Leste da Caixa, Adriano Resende; o gerente-geral para o Estado do Paraná da Caixa, Sérgio Protz; o gerente de filial de habitação da Caixa, Carlos Viriato; e o gerente de filial de Governo da Caixa, Célio Izidoro.

 

Clientes do Paraná terão descontos no programa Caixa Mais Brasil

Clientes da Caixa Econômica Federal de todo o Estado contarão com diversos benefícios em produtos do banco a partir desta segunda-feira (28). Serão oferecidas dentro do programa Caixa Mais Brasil taxas especiais para a contratação de crédito pessoa física e pessoa jurídica, além de vantagens no segmento de habitação e desconto em passagens aéreas. As condições valem por 30 dias.

Para as micro e pequenas empresas, a Caixa vai oferecer cheque especial com taxa de juros a partir de 9,95% a.m.; redução da taxa de juros da linha de Financiamento de Máquinas de 2,15% a.m. para 1,20% a.m., com até seis meses de carência e prazo total de 60 meses; queda de 1,89 ponto percentual para desconto de cheques, com diminuição da taxa de 2,99% a.m. para 1,10% a.m.; isenção da cesta de serviços por seis meses a partir da adesão; isenção da tarifa de lançamento do Folha Caixa Web por 18 meses; e desconto de 10% no Seguro Empresarial e na taxa de administração de consórcios.

Os clientes pessoa física terão taxas reduzidas nos principais convênios de empréstimo consignado da região, além de descontos em convênios nacionais. Para crédito pessoal, a Caixa oferece taxas a partir de 0,99% a.m.; redução na linha Crédito Imóvel Próprio, que terá taxa disponível a partir de 1,18% a.m.; e taxas especiais para renegociação de penhor. O Seguro Residencial terá desconto aplicado diretamente nas taxas e os consórcios terão desconto de 10% na taxa de administração.

Clientes que possuem cartões de crédito, de todas as bandeiras, terão desconto de 10% na compra de pacotes Azul Viagens saindo dos aeroportos de Curitiba, Ponta Grossa, Cascavel, Toledo, Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá e Pato Branco.

Para o segmento de habitação, a análise de conformidade da contratação e da liberação de recursos ao vendedor após o registro será realizada no mesmo dia, beneficiando tanto o comprador quanto o vendedor do imóvel. O tempo de avaliação de imóveis pela linha de crédito SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) cairá de seis para três dias e a avaliação de empreendimentos dessa mesma linha será realizada em 20 dias.

Com Agência de Notícias do Estado do Paraná

Fonte: O Presente

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Preço do condomínio sobe 62% e ajuda a derrubar valores de locação no Rio

O valor do condomínio pago pelos moradores do Rio subiu 62%, nos últimos sete anos, segundo levantamento feito pelo Secovi-Rio (Sindicato da Habitação). No mesmo período, a inflação oficial foi 53%. Por ano, o setor chega a arrecadar R$ 8,3 bilhões. Embora o custo da taxa condominial tenha disparado, entre janeiro de 2012 e setembro de 2019, o tombo no valor da locação dos imóveis na cidade foi de 22%.

Os dados serão apresentados no evento Expo Síndico e o IV Congresso APSA de Síndicos Profissionais e Gestores de Propriedades Urbanas, que ocorrerá entre os dias 29 e 30 de outubro, no Rio.

Além da crise econômica que derrubou os valores dos aluguéis no mercado imobiliário, o alto custo do condomínio tem levado os proprietários a ajustar os valores e baixar o preço da locação para não deixar o imóvel vazio. O preço médio do condomínio em R$ 800 na capital.

De acordo com Maurício Eiras, coordenador estatístico do Secovi-Rio, em 2012, o valor do condomínio representava 16% do valor total da locação de um imóvel no Rio. Sete anos depois, o percentual mais do que dobrou, chegando a 34%.

— É um problema sério no mercado de locação. O preço do condomínio influencia diretamente no preço do aluguel hoje. Neste locais, se não baixar o valor de locação dificilmente vai conseguir alugar. Para o morador, sustentar um valor tão alto também é um grande problema — ressalta Eiras.

Ao todo, no Rio, são 869 mil unidades imobiliárias, onde circulam e moram 2,6 milhões de pessoas.

Vilões

Os maiores vilões, responsáveis por encarecer as taxas condominiais, continuam sendo a folha de pagamento e os custos com pagamento da água. Segundo levantamento do Secovi, embora o gasto com pessoal ainda represente a maior parte do total de despesas (56%), as contas de água tiveram aumento de 96%, em sete anos. O desembolso com pagamento de água constitui 24% do total de gastos.

Além do aumento da tarifa de água e esgoto, a elevação do consumo das famílias também contribuiu para a alta nas contas.

Em média, os condomínios têm 3,9 funcionários. Em um ano, foram pagos R$ 5,7 bilhões em salários e encargos sociais, com a geração de 116 mil empregos.

— Em muitos prédios, a discussão sobre dispensar funcionários para reduzir custos ainda é um tabu. Os encargos sociais são muito altos e gasto com mão de obra também. E se demite um funcionário, como fica a segurança e o cuidado com o prédio? — observa Maurício Eiras.

A inadimplência também tem impacto nas contas dos condomínios e a taxa média de inadimplência está em 12%, segundo o levantamento.

Edgar Poschetzky, gerente de Negócios da corretora Apsa, aposta que a utilização de novos aplicativos pode ajudar a reduzir custos e tornar a gestão dos condomínios mais profissionais. Modelos digitais já fazem prestação de contas online e envio de boletos de pagamento via internet:

— Os aplicativos, por exemplo, ajudam a melhorar a gestão do síndico e o relacionamento com os condôminos, além de ajudar no controle das despesas mensais. Temos a possibilidade de manutenção preventiva com uso da tecnologia para reduzir a chance de um gasto extra, pois evita que o equipamento quebre por falta de reparos. Até se a limpeza do salão de festas não está adequada, o morador pode avisar ao síndico via aplicativo — ressalta Edgar Poschetzky.

A pesquisa do Secovi-Rio também revela aumento de 70%, em média, no valor do IPTU residencial, em dois anos. Em Copacabana, o incremento chegou a 150%. Em um ano, os condomínios pagaram R$ 1,5 bilhão em tarifas públicas.

— A redução dos custos é, sem dúvida, um grande desafio. A gestão de fornecedores de produtos e serviços, e a revisão dos contratos, além de ações preventivas e de conscientização com os condôminos podem ajudar a diminuir o valor da cota condominial — avalia Dil Melo, diretora do Grupo DM Eventos, responsável pela organização da Expo Síndico.

Fonte: Extra

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Síndico é condenado a devolver cerca de R$ 80 mil para condomínio

A 3ª Turma Recursal Cível do Colégio Recursal da Lapa, em São Paulo, condenou uma empresa de sindicância profissional a devolver cerca de R$ 80 mil a um condomínio na região oeste da capital paulista.

A condenação se deu por conta de valores de remuneração variável recebidos pela administradora em contrato que, embora tenha sido votado em assembleia, não constou na ata da reunião.

O acórdão aponta que, como não consta na ata “ipsis litiris tudo o que ocorreu de relevante da assembleia, as pessoas interessadas na omissão devem efetuar o necessário a impugná-la, pois, se dela não consta tal aprovação ou determinação, é como se não tivesse ocorrido, não sendo passível considerar-se válida uma aprovação por outro meio, sem que dela conste”.

O colegiado declarou nulo os pagamentos à administradora imobiliária e determinou que o condomínio empreenda todas as medidas cabíveis no prazo de 30 dias para ter os valores ressarcidos.

Clique aqui para ler o acórdão
Processo 1000751-31.2019.8.26.0704

Fonte: Conjur
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Tudo o que você precisa saber sobre a assinatura eletrônica no mercado imobiliário

Atualmente, o maior desafio das empresas do mercado imobiliário é oferecer a melhor experiência para os clientes. O consumidor quer agilidade e simplicidade na jornada de compra, e por que não utilizar ferramentas que facilitem esse processo?

Com a busca constante para oferecer essa melhor experiência, a assinatura eletrônica no mercado imobiliário é um ótimo exemplo de como construtoras, incorporadoras e imobiliárias podem encantar clientes e, consequentemente, vender mais.

Isso porque assinatura eletrônica é uma solução que visa diminuir o tempo gasto com processos burocráticos da compra de um imóvel, facilitando a vida do cliente, que pode finalizar a venda de maneira mais dinâmica, sem precisar se deslocar frequentemente até a imobiliária ou cartórios para assinar o contrato.

Nesse texto vamos conhecer melhor essa tecnologia e entender como a assinatura eletrônica pode agilizar o ciclo de vendas do mercado imobiliário, além de evitar distratos. Confira!

Afinal, o que é a assinatura eletrônica no mercado imobiliário?

Primeiramente, antes de saber como funciona a assinatura eletrônica no mercado imobiliário, é preciso entender que não há apenas um tipo de assinatura, sendo possível utilizar a eletrônica ou a digital.

A assinatura eletrônica é a solução ideal para o mercado imobiliário, pois além da praticidade, oferece segurança, agilidade e a validade jurídica durante as transações imobiliárias, sendo mais vantajosa que a assinatura manual, em papel.

Ela pode ser utilizada em diversos documentos, como contratos, pois possui valor legal, sendo composta por identificação e autenticação do autor da assinatura, comprovação da integridade do documento assinado e registro da assinatura.

Já assinatura digital é criptografada e possui um certificado digital que atesta que o documento foi realmente assinado pelo signatário. Dessa forma, ela pode ser utilizada em documentos que necessitam de uma autenticidade maior da assinatura.

A assinatura eletrônica ajuda o setor a simplificar processos, principalmente no que diz respeito ao fechamento das vendas, pois é prática, de baixo custo e ainda diminui o ciclo de venda das empresas. Imobiliárias que apostarem nessa solução terão mais possibilidade se destacar da concorrência e fechar com mais clientes.

Vantagens do uso da assinatura eletrônica

A assinatura eletrônica é um marco na transformação digital do mercado imobiliário e devido à todos os benefícios que oferece não só para construtoras, mas também para o público, sendo uma opção indicada para sua empresa atingir melhores resultados.

Confira algumas das vantagens de utilizar a assinatura eletrônica no mercado imobiliário:

Mais segurança

A segurança é essencial em empresas do mercado imobiliário. O uso da assinatura eletrônica traz isso para as imobiliárias.

Se antes o cliente perdia tempo e dinheiro com idas até a empresa e aos cartórios, com o uso da assinatura eletrônica isso não é mais necessário, pois através do uso de criptografia, a assinatura possui autenticação e originalidade, assim como a assinatura em papel.

Engana-se quem pensa que esse tipo de assinatura é menos segura ou válida que a realizada em papel. Leis como a Circular nº 3.829 de 9 de março de 2017, garantem sua validade jurídica.

Com técnicas de alta segurança, a assinatura eletrônica no mercado imobiliário permite oferecer garantias legais aos documentos e contratos, ao associar o signatário (assinante) ao conteúdo ou documento assinado.

Facilidade no acesso aos documentos

Sem necessitar do deslocamento do cliente ou corretor, o uso da assinatura eletrônica no mercado imobiliário oferece mais facilidade ao acesso dos contratos para assinatura, o que pode refletir no aumento das conversões em vendas da sua construtora.

Com a assinatura eletrônica os contratos ficam sempre disponíveis na nuvem, em tempo real. O acesso pode ser feito através de qualquer dispositivo com acesso à internet.

Economia de dinheiro

As idas a imobiliária causam grande desgaste para o cliente, que precisa desembolsar dinheiro e tempo para assinar documentos. Além do mais, a própria empresa também gasta com esses procedimentos, pois há necessidade de imprimir esses documentos, com uso grande de materiais como tinta para impressora, papéis e outros itens de escritório.

Com o uso da assinatura eletrônica no mercado imobiliário, o gasto de dinheiro com os procedimentos é diminuído consideravelmente, permitindo maior satisfação e menos custos para o cliente e imobiliária.

Otimização do tempo

Os profissionais de atendimento, corretores e gestores precisam de mais tempo para utilizá-lo de forma estratégica. Com o uso da assinatura eletrônica, o corretor consegue fechar a venda de forma completamente digital.

A solução permite que o profissional tenha na palma da mão tudo o que precisa para concluir o negócio, sem necessidade de ir até o cliente para coletar dados, assinaturas, documentos ou enviar contratos fisicamente.

Além do mais, é importante valorizar o tempo do cliente, pois com mais agilidade para resolver tarefas burocráticas, ele não precisará gastar seu tempo,  o que é uma ação muito valorizada pelo novo consumidor.

Mais satisfação dos clientes

É importante oferecer aos clientes mais opções de acesso para realizar a assinatura eletrônica no mercado imobiliário.

Além da vantagem da assinatura eletrônica não exigir o deslocamento até a imobiliária, ela também é multiplataforma, permitindo o acesso e assinatura por diversos dispositivos eletrônicos, como smartphone, tablet, computador. O cliente tem mais praticidade para realizar a assinatura através do dispositivo que possuir ou preferir utilizar.

A assinatura eletrônica no mercado imobiliário pode ser utilizada de forma assertiva

A assinatura eletrônica pode ser utilizada de forma assertiva no mercado imobiliário, pois ela simplifica processos, torna a venda mais ágil e traz mais segurança para o cliente e a imobiliária.

Existem vários exemplos de imobiliárias que antes possuíam um ciclo de vendas de 45 dias e agora conseguem finalizar uma venda em apenas dois. Já imaginou ter esse ciclo de vendas?

Com todos os benefícios que a assinatura eletrônica traz para empresa, você já deve ter percebido que ela precisa ser usada de forma estratégica para fechar contratos com mais rapidez, além de deixar os clientes mais satisfeitos.

 

Fonte: Soluti Responde

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Saiba o que os inquilinos mais buscam ao procurar imóvel para alugar no Rio de Janeiro

Na hora de procurar um imóvel para morar de aluguel, você pensa no quanto pode pagar por mês, na região onde deseja viver ou se tem estacionamento? Prefere um apartamento que tenha varanda gourmet e lazer para as crianças?

 

Pois um levantamento feito pela startup de locação QuintoAndar, com cerca de 20 mil anúncios no município do Rio nos últimos 18 meses, mostrou quais são as especificidades que os potenciais inquilinos mais procuram e quais os bairros que oferecem cada opção.

 

O levantamento foi feito com base em um percentual de visitas virtuais que a plataforma online recebeu no último ano, considerando os critérios de procura por aluguel a partir de um filtro que seleciona as necessidades particulares dos futuros moradores.

 

 – Atuamos em todo o Brasil, mas diferentemente de outras cidades, no Rio de Janeiro, fica claro que em cada região as pessoas procuram coisas específicas. Isso mostra uma diversidade grande entre os bairros, ou seja, personalidades diferentes – diz Arthur Malcon, gerente regional do QuintoAndar para o Rio de Janeiro.

 

Alguns bairros se destacam mais pela busca de pré-requisitos. São eles: Tijuca, Méier, Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca, Botafogo e Copacabana.

 

Assim, quem tem um imóvel para alugar num desses bairros com as especificações mais demandadas sai na frente na hora de fechar um contrato de locação.

 

Dois dos atrativos da Tijuca, na Zona Norte, por exemplo, são a maior probabilidades de se encontrar um imóvel com vaga de estacionamento e um condomínio que aceite animais de estimação.

 

Luciana Fellipe da Rocha, de 39 anos, estava saindo da casa dos pais, que vivem em Niterói, e queria morar na Tijuca, mas só iria para um apartamento que tivesse essas características.

 

— Só fui visitar apartamentos assim. Sem estacionamento é complicado. Não compensa, mesmo sendo mais barato. E eu já queria morar com meu gatinho. Não teria como ir sem ele. Me surpreendi, pois na Tijuca havia muitas opções — disse.

 

Para a especialista em finanças comportamentais, Paula Sauer, há uma tendência das pessoas buscarem morar em locais que proporcionem o que elas buscam de estilo de vida. Mas é preciso ser realista e ver se pode arcar com o que deseja:

 

— Morar de aluguel traz flexibilidade, sendo interessante procurar o apartamento que condiz com o atual momento de vida da pessoa. Isso pode, inclusive, reduzir custos com lazer e estilo de vida. No entanto, é preciso ter o pé no chão e ver o que cabe no bolso. Se o orçamento ficar muito apertado, essa opção pode trazer problemas futuros.

 

Vinícius Diniz e a esposa, no imóvel de um quarto em Botafogo Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo

Pela Zona Sul, busca-se apê pequeno e mobiliado

Quem vai morar na Zona Sul quer estar próximo das praias, dos bares e restaurantes da região e do transporte público.

 

Pessoas de todas as idades buscam morar em Copacabana, e muitas já querem um imóvel mobiliado, segundo o levantamento.

 

Já quem busca imóveis de apenas um quarto ou estilo estúdio na região prefere ir para Botafogo, que tem moradias com 72 metros quadrados, em média.

 

O profissional de Tecnologia da Informação Vinícius Diniz Fonseca, de 34 anos, morava em Maricá, na Região dos Lagos, e se mudou para o bairro há um mês com a mulher. Ele trabalha em Botafogo e procurou um apartamento de um quarto em bairros adjacentes, mas não encontrou tantas opões como ali:

 

— Eu queria de apenas um quarto para facilitar a limpeza e a manutenção. Não desejo ter filhos no momento. Levei o preço em consideração, mas não achei apartamentos modernos de um quarto em bairros próximos.

 

Mas nem sempre o local desejado cabe no orçamento, principalmente na Zona Sul, que tem o metro quadrado mais caro. O vice-presidente do Secovi Rio, Leonardo Schneider considera que há características predominantes em determinados bairros, mas sempre é possível encontrar opções diferentes neles:

 

— A primeira coisa é calcular o orçamento. Recomendamos comprometer, no máximo, 30% da renda familiar com aluguel. Definido isso, pode-se pensar nas regiões e ver o que deseja no imóvel e no condomínio.

 

Vantagens da Barra e do Recreio

 

Muitas pessoas que vão morar na Barra da Tijuca e no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste, estão buscando a qualidade de vida que terá dentro de seu condomínio. Por isso, procuram infraestrutura de serviços e lazer. Mas os propósitos são diferentes.

 

— Nos chamou a atenção que a procura por apartamento de cobertura é muito específica no Recreio, que tem o metro quadrado com preço mais competitivo, enquanto na Barra o interesse maior é por varanda gourmet, que agrega valor ao imóvel — diz Arthur Malcon.

 

O preço do metro quadrado para aluguel na Barra está um pouco acima da média do Rio de Janeiro, mas, na visão de muitos moradores, os benefícios que os condomínios da região oferecem compensam o custo. A profissional de Comunicação Rafaela Pereira Gomes, de 43 anos, fez as contas e não teve dúvida de que compensava se mudar do Grajaú, na Zona Norte, para a Barra da Tijuca.

 

— O valor do condomínio que eu pago é o mesmo, mas o aluguel é, de fato, mais caro aqui. Mas passei a economizar em mensalidade de academia e transporte até Botafogo, onde trabalho.

 

O condomínio tem um ônibus até a estação do metrô e, agora, eu pego só uma condução. Mesmo trabalhando na Zona Sul, não queria morar lá, porque os condomínios não têm essa infraestrutura.

 

Fonte: Extra / Globo

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Jundiaí deve ganhar primeiro condomínio de empresas sustentável

Thera Park apresentou ao poder público de Jundiaí o projeto “verde” do condomínio empresarial.

Desenvolvimento econômico e sustentabilidade foram os principais temas da visita do prefeito Luiz Fernando Machado e integrantes da administração municipal ao Thera Park Jundiaí, no bairro Fazenda Grande, nesta sexta (18).

Em operação há sete anos na cidade, o condomínio de empresas tem como objetivo atuar em conjunto com as unidades de gestão para ser o primeiro condomínio sustentável da cidade, dentro de um projeto-piloto inédito.

A visita deu prosseguimento a uma agenda que teve início no último dia 3, durante o encontro semanal do prefeito com o setor produtivo.

Na ocasião, estiveram, no Paço Municipal, Carlos André de Moraes, sócio-proprietário, e Luiz Mariano Granja, gestor do Thera Park, que apresentaram ao prefeito o projeto “verde” do condomínio empresarial.

O prefeito destacou que Jundiaí tem inúmeros valores associados à sustentabilidade, e que as empresas só têm a ganhar investindo nessa ideia.

“O Thera Park foi pioneiro na implantação dessas ações na cidade, e isso ajuda não só o município, mas também a empresa: é um fator de competitividade cada vez mais valorizado por clientes e consumidores”, afirmou.

Luiz Fernando também ressaltou os índices que colaboraram para Jundiaí ter sido escolhida como a melhor do Brasil entre as cidades de médio porte no quesito custo-benefício para receber investimentos, em um ranking elaborado pelo grupo britânico Financial Times.

“O Município é nacionalmente conhecido por sua posição logística estratégica. Tem uma boa oferta de insumos como água e esgotos tratados, energia abundante, modais de transportes variados, infraestrutura social como serviços de saúde e educação de boa qualidade, além de mão de obra qualificada para atividades que exigem maiores especializações”, detalhou.

No encontro desta sexta, que reuniu os sócios-proprietários do Thera Park e empresas que utilizam os galpões, o gestor de Planejamento e Meio Ambiente, Sinésio Scarabello Filho, apresentou o projeto do IPTU Verde, ainda em discussão, que altera o código de obras para dar descontos no IPTU de empresas que adotem atitudes sustentáveis, como reciclagem de água e iluminação mais econômica.

Carlos André de Moraes, do Thera Park, ressaltou que o empreendimento já nasceu sustentável, mas que tem interesse em ser um projeto-piloto para outras iniciativas na cidade.

“Essa ideia existe no Thera Park desde seu projeto, em 2012, e estamos dispostos a atuar em parceria com a administração, porque isso só vem agregar valor ao negócio e à cidade”, afirmou. O Thera Park conta com 18 galpões para locação, utilizados principalmente por empresas de logística, totalizando 125 mil m2 de área construída, e conta com o selo Aqua – a primeira norma brasileira de certificação de construções sustentáveis.

Representando a L’Occitane, Rogério Alcantara, da área de supply chain, parabenizou a iniciativa. “Para nós da L’Occitane, a sustentabilidade é indispensável à continuidade do negócio. Desde já queremos registrar nosso apoio à iniciativa da Prefeitura”, afirmou.

Já Samuel Amorim Junior, da ID Logistics – empresa que aluga seis galpões no Thera Park – considerou muito proveitosa a reunião. “Não tinha ideia do potencial de Jundiaí”, disse.

Também estiveram presentes ao encontro o gestor de Governo e Finanças (UGGF), José Antonio Parimoschi, o de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (UGDECT), Messias Mercadante, e o gestor da Casa Civil (UGCC) ; a diretora do Fundo Social de Solidariedade, Francine Picardi, e diretores da UGGF e UGDECT.

Fonte: Tribuna de Jundiaí.