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Vazamento de gás pode ser a causa falecimento de família em condomínio de Santo André-SP

Família é encontrada morta em apartamento no ABC Paulista.

Polícia suspeita que óbitos estejam associados à asfixia por inalação de monóxido de carbono resultante da queima de gás do aquecedor. Caso lembra fatalidade de brasileiros no Chile.

 
Quatro pessoas de uma mesma família foram encontradas mortas neste domingo (14/07/2019) em um apartamento na rua Haddock Lobo, na Vila Bastos, em Santo André (SP).
 
A polícia ainda investiga o motivo dos óbitos, mas, por não identificar sinais de arrombamento no imóvel, a suspeita é de que todos tenham falecido em decorrência de asfixia por inalação de gás.
 
A tragédia lembra o falecimento de uma família brasileira no Chile, em junho, vítima de intoxicação de gás.

As suspeitas do delegado responsável pelo caso, Roberto von Haydin, são de que o aquecedor a gás do apartamento tenha provocado as mortes.
 
A polícia não identificou uma chaminé acoplada ao aparelho e observou que as janelas estavam todas fechadas.
 
No apartamento, a perícia não encontrou sinais de arrombamento ou violência aos pontos de acesso ao imóvel.

Os quatro foram encontrados mortos pela irmã de um dos moradores, vizinha dos parentes.
 
Dois adultos, um adolescente e uma criança com ascendência oriental foram identificados sem vida quando a polícia chegou.
 
Uma mulher adulta estava no banheiro, dentro do box, com o chuveiro ainda ligado. No sofá, se encontravam um homem adulto e uma criança. Em um dos quartos, havia uma adolescente. 

A perícia acredita que as mortes ocorreram entre sexta-feira, quando a família voltou de uma viagem à Disney, e sábado.
 
O problema, suspeita a polícia, pode ter sido ocasionado no chuveiro. A concentração de monóxido de carbono resultante da queima do gás do aquecedor, sem a ventilação correta para expulsar a toxina, pode ter levado os quatro a óbito.
 

Fatalidade no condomínio do Chile

 
O caso lembra o da morte da família Souza e Kruger, em que seis brasileiros foram encontrados sem vida em um apartamento em Santiago, no Chile.
 
O imóvel havia sido alugado para comemorar o aniversário de uma das vítimas, que completaria 15 anos.
 
A suspeita de bombeiros chilenos era de que os óbitos teriam ocorrido devido a um vazamento de monóxido de carbono resultante de gás natural.

A morte da família é investigada no Chile pelos Carabineiros — o equivalente à Polícia Militar de Santiago — como negligência.
 
O apartamento alugado estava sem vistoria há 15 anos, segundo reportagens da imprensa local.
 
Uma das vítimas telefonou para a corporação informando que todos estavam passando mal e pediram por ajuda. O socorro não chegou, alegando não ter encontrado o endereço. Horas depois, foram encontrados todos mortos.
 

Família de Santo André

A perícia preliminar realizada no apartamento indica que o casal e os dois filhos, um de 3 anos e outro adolescente, tiveram mortes simultâneas.
 
A polícia suspeita que eles morreram após asfixia por monóxido de carbono, que afeta o corpo em poucos minutos.
 
O aquecedor de gás do apartamento, localizado no 12º andar, estava sem chaminés.

Uma medição feita pela perícia indiciou que havia mais monóxido de carbono do que o tolerável no apartamento. 

Hipótese mais provável

A hipótese mais provável é que, sem o cano e a chaminé, o monóxido de carbono proveniente da queima tenha sido lançado para dentro do apartamento.

Polícia suspeita que família morreu asfixiada por gás do aquecedor em Santo André

Segundo médicos, se as janelas do apartamento estivessem abertas, a família teria tido chance de sobreviver.

O pai, Roberto Utima, de 46 anos, foi encontrado deitado no sofá com o filho Enzo, de 3 anos no peito.

A mãe, Katia, estava caída do box com o chuveiro ligado. A filha adolescente, Barbara, estava na cama.

Um passarinho da família também faleceu.

“Se você dispõe de um equipamento que faz uma queima, ele tem que estar em um local adequado, com ventilação permanente, e os gases provenientes desta queima têm que ser levados ao exterior da residência através de um duto, o duto de exaustão”, afirma o tenente André Elias, do Corpo de Bombeiros.

Os kits para exaustão de gás são vendidos em lojas de materiais de construção por preços entre R$ 60,00 e R$ 70,00.

A Associação Brasileira de Aquecedores a Gás diz que “os dutos de exaustão de aparelhos projetados com essa estrutura precisam estar corretamente instalados e em bom estado de conservação, para garantir que o gás sejam levados para fora“.

Sem exaustor

Segundo o síndico do prédio, que mora no local há quase 20 anos, a construtora entregou as unidades com sistema de aquecimento elétrico.

Há dez anos, alguns moradores optaram pela conversão. Foi quando foi constatado que o apartamento de Roberto já tinha aquecedor a gás abastecido por um botijão – sem sistema de exaustão.

Foi refeito todo o trabalho lá. Não me lembro se houve necessidade de troca de equipamento porque era GLP ou se foi feita adaptação, mas a parte de exaustão foi feita pela Comgás.

E agora, infelizmente, entrando no apartamento, entramos e detectamos que estava sem sistema de exaustão. Por quê? Não sei, não tenho como responder por isso”, afirmou o síndico, Edson Ferrari.

Como funciona

O monóxido de carbono, resultante da queima, é um gás tóxico que não tem cheiro. Quando inalado, entra na corrente sanguínea e se une à hemoglobina, que é responsável pelo transporte do oxigênio. Em alguns segundos já começa a faltar oxigênio no cérebro, com efeitos imediatos.

(Os efeitos) vão depender da concentração a que é exposta o indivíduo. Têm alguns sintomas antes: começam a ter sintomas como turvação visual, cansaço, náusea, umas podem chegar a vomitar (…) e, conforme a concentração vai subindo, sintomas neurológicos vão se agravando, evoluindo para coma e, eventualmente, morte”, disse o toxicologista Alvaro Pulchinelli Junior.

 
 
 
Fonte: Correio Brasiliense / GloboNews

eSocial será extinto e substituído por dois sistemas mais simples em 2020.

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou na terça-feira (09.07.2019) que o eSocial só funcionará até janeiro de 2020. Segundo o secretário, a partir do ano que vem o eSocial será substituído por outros dois sistemas: um da Receita Federal e outro de Trabalho e Previdência.

O eSocial é uma plataforma de registro informações para o cumprimento de obrigações trabalhistas, tributárias e previdenciárias.

“O fato de ser dois sistemas não quer dizer que vai aumentar a complexidade. Serão dois sistemas bem mais simples, esse é o nosso compromisso”, disse o secretário”.

Carteira de trabalho digital

O secretário Rogério Marinho afirmou ainda que com a aprovação da chamada MP da “liberdade econômica” o governo vai criar a carteira de trabalho digital.

O sistema eletrônico substituirá a carteira de trabalho de papel. Segundo o secretário, a instituição da carteira de trabalho digital está prevista no relatório do deputado Jerônimo Goergen, relator da MP.

A previsão é que a carteira de trabalho eletrônica comece a ser implantada em setembro/2019.

Menos informações

O secretário de Trabalho, Bruno Dalcolmo, destacou que a intenção é cortar as informações exigidas das empresas no eSocial de 900 para cerca de 500 nos próximos meses.

Ele destacou que informações como título de eleitor, número da carteira de identidade e informações de saúde e segurança do trabalho deixarão de ser exigidas.

Entre as informações que serão mantidas está a comunicação de acidentes de trabalho e informações de folha de pagamento, férias, Rais e Caged, por exemplo.

O governo não informou, no entanto, quantas informações devem ser exigidas no novo sistema que entrará em vigor em janeiro de 2020.

Pequenas empresas

Até janeiro de 2020, as micro e pequenas empresas não serão obrigadas a aderir ao eSocial. A partir dessa data, ingressarão diretamente no novo sistema.

“As empresas que já entraram no eSocial não serão prejudicadas. O novo programa será formulado respeitando os investimentos feitos por essas empresas em tecnologia e capacitação de mão de obra”, afirmou Dalcolmo.

Além disso, no novo sistema haverá diferença entre o programa usado por médias e grandes empresas e o usado por micro e pequenas empresas.

Simplificação

O secretário afirmou ainda que até ser extinto, em janeiro de 2020, o eSocial será simplificado. Ao longo dos próximos meses as informações exigidas no sistema serão reduzidas em 40% a 50%.

“Ao longo dos próximos seis meses vamos manter o sistema com essas inovações. A partir de janeiro de 2020 estaremos apresentando uma nova plataforma”, disse Dalcolmo.

eSocial

O eSocial é uma ferramenta que reúne os dados trabalhistas, fiscais, previdenciários das empresas em uma só plataforma.

No início, somente patrões de empregados domésticos eram obrigados a usar o eSocial.

A partir de janeiro deste ano, empregadores do Simples Nacional (incluindo MEI), empregadores pessoa física (exceto doméstico), produtor rural PF e entidades sem fins lucrativos foram obrigados a aderir ao sistema.

Desde julho do ano passado, empresas de médio porte (que faturam entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões) passaram a ter que enviar seus dados ao sistema, que já era obrigatório desde janeiro para as grandes.

E desde novembro de 2018, as micro e pequenas e os MEI (microempreendedores individuais) também passaram a ser obrigadas a usar o sistema.

Fonte: G1

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Financiamentos imobiliários crescem 46,6% e somam R$ 6,59 bi em maio

Os financiamentos para a compra e a construção de imóveis no país somaram R$ 6,59 bilhões em maio, crescimento de 20,6% em relação a abril e de 46,6% na comparação com o mesmo mês de 2018.

O valor é o mais elevado para um mês de maio desde 2015, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira, 27, pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que consideram apenas os empréstimos com recursos originados nas cadernetas.

Nos primeiros cinco meses de 2019, os empréstimos atingiram R$ 27,7 bilhões, elevação de 39,7% em relação a igual período do ano passado.

No acumulado de 12 meses até maio, os financiamentos totalizaram R$ 65,25 bilhões, alta de 41,3% frente ao intervalo anterior.

Foram financiados, nas modalidades de aquisição e construção, 21,4 mil imóveis em maio, resultado 7,5% superior ao de abril e 15,7% maior do que em maio de 2018.

Nos primeiros cinco meses do ano, os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) propiciaram a aquisição e a construção de 104,1 mil imóveis, alta de 31,5% em relação a igual período do ano passado.

Nos últimos 12 meses, até maio, foram financiadas a aquisição e a construção de 253,3 mil unidades, aumento de 35% ante o intervalo anterior.

Fonte: Jornal da Estação

Agressão física em condomínios. Como agir?

Como lideranças, síndicos têm o papel de promover a ordem e boa convivência no condomínio.
Morar em condomínio requer saber viver em coletividade, respeitando o espaço alheio e seguindo regras básicas de convivência, como civilidade, educação, cordialidade e respeito mútuo.
Muitas vezes discussões banais acontecem e acabam se transformando em grandes dores de cabeça, gerando um clima desagradável entre os moradores.
Mas, e quando as regras são quebradas e acontece uma agressão física entre moradores?
Para o advogado Gustavo Camacho, o síndico, na qualidade de líder, deve atuar na resolução do conflito, já que é seu dever cumprir a Convenção e aplicar o Regulamento Interno, mas sugere que dependendo da gravidade do fato, o síndico acione a polícia, como autoridade competente nesses casos.
Caso a briga tenha gerado transtornos e danos ao condomínio, é recomendado que se faça um boletim de ocorrência em nome do próprio condomínio, indicando como autores do fato todos os envolvidos no atrito.
“Vale elaborar um comunicado, sem citar nomes, informando a todos os demais condôminos que a administração não compactua com eventos dessa natureza e que os responsáveis serão penalizados”, recomenda.
O especialista lembra ainda que, caso o Regulamento Interno não preveja uma penalidade específica para casos de agressão física, não se pode esquecer que o Código Civil regula genericamente a vida em condomínio, podendo ser aplicada uma multa, com base no artigo 1.336, inciso IV, do Código Civil, aos responsáveis pelas agressões.
“Nos casos mais graves, pode-se levar a situação para uma assembleia especialmente designada para esse fim, visando à aplicação da penalidade por conduta antissocial, contida no artigo 1.337, do Código Civil, que poderá variar de cinco a dez quotas condominiais”, orienta.
Caso algum morador solicite as gravações da câmera do condomínio para comprovar uma agressão, ou anexar as imagens a um processo judicial, o advogado salienta que não existe qualquer lei federal que obrigue os condomínios a terem sistema de monitoramento, sendo esta uma mera faculdade do condomínio.
De acordo com o advogado, a instalação de câmeras possui o único objetivo de preservar o patrimônio e a segurança do condomínio e de seus moradores e as imagens obtidas através das câmeras de segurança são de titularidade do condomínio.
Portanto, recomenda-se que, diante de uma briga havida entre os condôminos, a administração do condomínio não disponibilize as gravações das câmeras de segurança que possam, eventualmente, ter registrado o evento.
“A Constituição Federal dispõe que a intimidade e a vida privada devem ser preservadas, ou seja, disponibilizar imagens de uma agressão a terceiros e aos próprios envolvidos pode dar embasamento de uma demanda indenizatória ao condomínio e ao síndico”.
Gustavo orienta que o melhor modo para resguardar tanto o condomínio quanto o síndico é a disponibilização das gravações apenas mediante ordem de uma autoridade policial ou judicial e, em hipótese alguma, entregar as imagens aos condôminos, pois as gravações pertencem exclusivamente ao condomínio.
Quando o síndico é o agressor
Se a agressão partir do síndico, seja ele morador ou não, o especialista orienta que o condômino agredido deverá registrar um boletim de ocorrência, bem como manejar as demandas criminais ou cíveis, se assim lhe convier.
“O fato de uma agressão física ter partido de um síndico dá ensejo à sua destituição, já que este deveria zelar pelo cumprimento da Convenção e do Regulamento Interno. Diante de um fato dessa gravidade, cabe moralmente aos condôminos, em especial aos conselheiros, em função da confiança que lhes é depositada pelos demais condôminos, capitanear o procedimento de destituição conforme disposto no Código Civil”.
Dicas para promover a harmonia no condomínio
Coaching especialista em liderança, Bel Mattos destaca que o condomínio é uma representação da sociedade, com toda a diversidade de pessoas e pensamentos convivendo num espaço comum, por isso, o síndico precisa se reconhecer e ser reconhecido como líder assumindo uma postura de responsabilidade pelos interesses do condomínio.
De acordo com a profissional, com regras claras, boa parte dos conflitos pode ser minimizada se o síndico, assim como cada morador, desenvolver duas habilidades essenciais ao bom convívio.
“Primeiro, perceber que as pessoas são diferentes e por isso agem de forma tão diferente diante de um conflito e, segundo, estar consciente de que a única coisa que ele pode controlar é a forma como reage às mais diversas situações”.
Sabendo disso e buscando reagir sempre com o objetivo focado no bem comum, a relação entre síndico e moradores tende a ser mais saudável.
Veja algumas dicas:
  • Ter uma comissão de ocorrências para analisar mensalmente todos os casos de dano ao patrimônio, agressões, barulho excessivo, condutas antissociais, excesso de velocidade na condução de veículos nas garagens do condomínio, e outros
  • Ter uma postura firme, segura e imparcial na aplicação de penalidades e advertências
  • Conscientizar os condôminos acerca de seus direitos, mas principalmente, seus deveres, fato que pode ser estimulado por meio de circulares, palestras, informativos, entre outros
  • Promover eventos coletivos nas dependências do condomínio, como confraternizações de final de ano, festas juninas, entre outras, para socialização dos moradores.

Fonte: Síndico News

Saiba como usar a cor vermelha na decoração de seu lar sem erros

Arquitetas Cristiane Schiavoni, Cris Paola e Ieda Korman dão dicas importantes sobre como utilizar a cor e suas nuances na decoração dos cômodos da residência de modo harmonioso e sem exageros.

Na decoração, o vermelho é considerada uma cor vibrante e intensa, que traz vida e personalidade ao ambientes, mas requer cuidado e cautela na aplicação.

Para acertar na hora de empregar o tom na decoração, as arquitetas Cristiane Schiavoni, Cris Paola e Ieda Korman dão as dicas. Confira!

Estude o ambiente

Cristiane Schiavoni recomenda que deve -se evitar usar o vermelho em espaços cujo objetivo seja, prioritariamente, trazer aconchego.

“Por ser uma cor estimulante, não é indicado empregar com muito destaque nos quartos. Mas, na cozinha e sala, o vermelho vai super bem”, explica.

A arquiteta Cris Paola ainda acrescenta que se o vermelho for a cor predominante no projeto, vale realizar um estudo de luz.

Quem ama vermelho, mas não deseja usar-lo com predominância do ambiente, pode investir na cor em objetos de casa, com lustres, quadros e criado mudo.

Outras Nuances

Para quem tem medo de ousar e apostar em um vermelho vibrante, vale investir nas nuances que transpõe entre vinho, marrom, laranja e, até mesmo amarelo, assim como em gradientes mais delicados e suaves, puxados para o magenta.

Fonte: Viva Cidade

Zona sul de São Paulo concentra o maior número de lançamentos

Os bairros do Jardins, Moema, Campo Limpo, Saúde e Vila Mariana, todos da zona sul de São Paulo, foram os que mais receberam lançamentos residenciais verticais na capital paulista, segundo pesquisa realizada pelo Grupo Zap em parceria com a Geoimovel.

A chegada das estações de metrô nestas regiões é o principal atrativo dos investimentos imobiliários.

Além disso, a infraestrutura que já existente nestas áreas torna o negócio ainda mais promissor para as construtoras.

Como é o caso de Moema e Campo Limpo, ambos empatados na segunda posição de bairros com mais lançamentos inaugurados nos últimos 12 meses, perdendo apenas para o Jardins.

O que ocorre em Moema merece destaque. Já que, de acordo com o levantamento, é o primeiro caso de uma estação de metrô da cidade que acelerou as construções.

Estima-se que no último ano, período em que a estação da Linha 5-Lilás, que liga Capão Redondo à estação Chácara Klabin, começou a funcionar, o bairro tenha concentrado 28% de todos os lançamentos da cidade.

Os dados reafirmam o forte potencial de investimento da zona sul da capital paulista, que sempre conquistou público investidor e um grande interesse de famílias que buscam imóveis em regiões próximas aos centros urbanos e com grande oferta de serviços.

Metragem

Em comparação com as demais regiões da cidade, os imóveis lançados no último ano na zona sul possuem a segunda maior metragem média, com 71 m², perdendo apenas para a zona oeste, cujos apartamentos possuem metragem média de 91 m².

O Alto de Pinheiros é um dos bairros que abrigam imóveis mais equipados. A região é a mais valorizada da zona oeste, especialmente por concentrar áreas de lazer, como o Parque Villa Lobos, a Praça Panamericana e a Praça Pôr do Sol.

Preço

Em relação às faixas de preço por metro quadrado, o cenário se modifica um pouco: a zona sul figura em terceiro lugar, com média de R$ 8.325,84, e fica atrás do centro (R$ 8.719,07) e da zona oeste (R$ 9.417,73).

Dados de Mercado

Os lançamentos de imóveis residenciais cresceram 4,2% no primeiro trimestre de 2019, na comparação anual, para 14.680 unidades, conforme levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Em relação ao quarto trimestre, porém, houve queda de 62,5%.

Segundo o presidente da CBIC, José Carlos Martins, o levantamento trimestral da entidade aponta que o setor imobiliário vem apresentando crescimento lento, mas constante, desde 2017.

Fonte: Seu Imóvel

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4 em cada 10 condomínios novos não têm garagem, na capital paulista.

Supervisora de atendimento em um hospital, Elaine de Lima, de 36 anos, vai morar mais perto do trabalho. Ela não tem carro – nem pretende mais ter. No ano passado comprou um apartamento pequeno, sem vaga de garagem, no Cambuci, região central da cidade. Pesou na escolha a chance de usar transporte público ou um aplicativo para ir ao serviço, na zona sul, sem ficar presa no trânsito.

 

“Tinha plano de comprar carro, mas o custo de manutenção é absurdo e o trânsito está complexo. É mais conveniente andar de táxi, Uber ou metrô. Coloquei na ponta do lápis e não compensa.”.

 

5 anos após a aprovação do Plano Diretor de São Paulo, lei que orienta o desenvolvimento da cidade, o número de apartamentos sem vaga de garagem, como o de Elaine, aumentou. Só em 2018, 4 em cada 10 unidades lançadas na capital não tinham estacionamento, tendência que acompanha novas formas de ocupar a cidade e se deslocar. Dados do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP) indicam que, das 37,1 mil unidades lançadas no ano passado, 15,1 mil eram sem vaga de garagem (40,9%).

 

Em números absolutos, a maioria se concentra nas zonas leste e sul, mas é no centro, onde a oferta de serviços e transporte público é maior, que as unidades sem vaga superam lançamentos para quem tem veículos. Só até março foram inaugurados 844 apartamentos sem estacionamento.

 

Para especialistas, os lançamentos acompanham tanto a exigência da nova lei quanto mudanças no perfil do paulistano, menos conectado com os carros. Também atendem à necessidade de baratear os empreendimentos, enquadrando- -os em regras de financiamento do programa Minha Casa Minha Vida, para caber no bolso do comprador, em meio à crise.

 

O Plano Diretor estabeleceu que prédios no entorno de corredores de ônibus e estações de metrô tenham, no máximo, uma vaga de garagem por apartamento – é preciso que a construtora pague valor extra à Prefeitura caso queira mais espaço para veículos. Antes, uma vaga era o mínimo exigido.

 

As diretrizes do plano foram detalhadas pela Lei de Zoneamento, de 2016. O objetivo é justamente desestimular o uso de carros em áreas adensadas, onde há oferta de transporte público.

 

Condomínios na cidade se diversificaram com as mudanças

 

O resultado das mudanças foi uma diversificação nos novos empreendimentos.

 

“Tem prédios com apartamentos de duas vagas e estúdios sem vagas”, exemplifica Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

 

Em média, os apartamentos sem vagas lançados no ano passado tinham 36 m² – bem menores do que a média com vaga, de 68 m².

 

“É um movimento natural quando a cidade fica muito adensada. Em Nova York, as pessoas não têm carro privado e a nova geração tem a mentalidade de que o carro é quase um prejuízo”, afirma Deborah Seabra, economista do Grupo ZAP, portal de imóveis.

 

Para Valter Caldana, professor de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie, a lei sobre uso do solo em São Paulo “escutou” uma demanda.

 

“Havia um segmento muito grande desejoso de morar em zonas centrais, pagando mais barato. E esse segmento dispensa o automóvel.”

 

Os jovens são a cara desse movimento, diz Caldana, mas não são os únicos entusiastas.

 

Mudanças nos padrões de família (que estão cada vez menores) e de consumo (de mais experiências e menos volume) ajudam a explicar a onda.

 

O compartilhamento de serviços também impulsiona a escolha pelos novos apartamentos.

 

“É para preferencialmente andar a pé, de patinete ou bicicleta. É um novo perfil de pessoas que preferem morar em lugar menor, mas próximo do trabalho, escola, lazer e áreas de consumo.”

Fonte: Jornal Estação

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Empresário e filha morrem em apartamento com possível vazamento de gás em Campos do Jordão

Homem de 57 anos e menina de 9 foram encontrados na noite de sábado, quando a temperatura chegou a 4ºC. Local passou por perícia que deve apontar motivo das mortes

SOROCABA – Um empresário de 57 anos e sua filha de 9 anos foram encontrados mortos no apartamento em que ele morava, na noite deste sábado, 8, em Campos de Jordão, no interior de São Paulo. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que pai e filha foram vítimas da inalação do gás que teria vazado de um aquecedor e morreram por asfixia.

No apartamento, em um condomínio da Vila Jaguaribe, havia um botijão de gás de cozinha acoplado ao equipamento. O laudo necroscópico, que deve confirmar a causa da morte, e o laudo da perícia feita no local devem ficar prontos em 30 dias.

O empresário Luiz Manoel Vasconcelos Rosa, dono de um comércio de artigos de couro, estava separado da mulher e passava o fim de com a filha Rebeka. Conforme a Secretaria da Segurança Pública, a polícia foi acionada por volta das 19h, quando uma funcionária do empresário foi ao local, após não ter conseguido contato com ele pelo telefone. O Corpo de Bombeiros também foi mobilizado e pediu apoio ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A equipe médica constatou o óbito do empresário e da filha. Os corpos não tinham sinal de violência, mas o local estava totalmente fechado. Os corpos de pai e filha foram encontrados em cômodos diferentes – ela teria tentado sair do apartamento. Os bombeiros ventilaram o local e recolheram o botijão para análise. Na noite de sábado, a temperatura na cidade chegou a 4,1 ºC, frio que pode ter levado o empresário a acionar o sistema de aquecimento.

A Polícia Civil registrou a morte como suspeita, embora não houvesse sinal de arrombamento no apartamento. Imagens de câmeras de monitoramento e do circuito interno serão analisadas pela investigação.

Vasconcelos era um comerciante conhecido na cidade e tinha sido candidato a vereador pelo Partido Verde nas eleições de 2004. Seu corpo e o da filha foram velados na Câmara Municipal e sepultados no fim da tarde.

A Associação dos Amigos de Campos do Jordão (AME) divulgou nota lamentando a morte do empresário e de sua filha. “Luiz Manoel sempre demonstrou compromisso com Campos do Jordão e sua última iniciativa em prol da cidade foi ser um dos patrocinadores do Raid Solidário Ame Campos Alfa Romeo Club 2019, evento realizado em prol de entidades de assistência s idosos de Campos do Jordão”, diz a nota.

O prefeito da cidade, Fred Guidoni (PSDB), e a primeira-dama, Juliana Cintra, manifestaram “profundo pesar” pelo falecimento de Luiz Manoel e sua filha. “Nossos sentimentos e solidariedade à família e amigos. Que Deus conforte o coração de todos”, escreveu.

Família brasileira morreu intoxicada no Chile

No dia 22 de maio deste ano, os corpos de seis brasileiros foram encontrados em um apartamento alugado, em Santiago, capital do Chile. Conforme a investigação da polícia chilena, os brasileiros morreram por intoxicação por monóxido de carbono. Esse produto tóxico, segundo as autoridades chilenas, resultou da queima do gás usado no aquecimento do chuveiro e no sistema de calefação do apartamento. A família, um casal e seus dois filhos, de Biguaçu, na Grande Florianópolis, outro de Hortolândia, interior de São Paulo, tinha viajado para comemorar o aniversário de uma das vítimas, uma adolescente de 15 anos.

Fonte: Terra

 
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