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Justiça condena prefeitura a tirar jardim vertical sem manutenção da parede de prédio no Minhocão

A Justiça de São Paulo decidiu em segunda instância que a Prefeitura de São Paulo deve retirar o jardim vertical do Edifício Bonfim, que fica no entorno do Minhocão, no Centro de São Paulo. Se não fizer isso, deve pagar multa diária no valor de R$ 1 mil, a contar do dia 25 de fevereiro deste ano, com limite de R$ 200 mil. Não cabe recurso.

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Procuradoria Geral do Município, disse que foi notificada da decisão e analisa as medidas cabíveis.

Dos sete prédios, três continuam fazendo a manutenção por conta própria. Os outros quatro ingressaram na prefeitura com o pedido de retirada. Três deles entraram na Justiça: os edifícios Bonfim, Santa Filomena e o Minerva. O edifício Santos ainda não entrou com processo na Justiça.

A decisão é do dia 18 de fevereiro e julgou procedente o pedido liminar feito pelo condomínio Bonfim. Além desse pedido liminar para a retirada do jardim vertical, o condomínio tinha feito outras exigências, mas a Justiça ainda não tinha dado parecer.

Nesta quarta-feira (04.03.2020), o juiz de primeira instância decidiu que o processo promovido pelo condomínio Bonfim é procedente. Além de manter a decisão liminar, o juiz condenou a prefeitura a ressarcir os valores desembolsados pelo condomínio com despesas de água e energia desde janeiro de 2018 a abril de 2019.

A prefeitura ainda terá que pagar custas judiciais, honorários dos advogados e juros. Essa decisão ainda cabe recurso. O condomínio entrou na Justiça em 9 de dezembro de 2019.

A Secretaria de Verde e Meio Ambiente e quatro condomínios (Santa Filomena, Bonfim, Minerva e Santos) assinaram o acordo de cooperação no dia 23 de junho de 2016.

A empresa Movimento 90° fez o ressarcimento de água e luz aos condôminos até janeiro de 2018. De lá para cá, os condôminos arcaram com as despesas.

Em abril de 2019, a bomba de água usada na irrigação das plantas do Edifício Bonfim quebrou e ninguém fez o conserto. Resultado: as plantas morreram e há risco de incêndio. Foi isso que foi apresentado na liminar, inclusive, com laudo pericial.

Com relação ao edifício Santa Filomena, eles também ingressaram na Justiça. A primeira instância decidiu no dia 8 de janeiro deste ano que a prefeitura deveria retirar em 30 dias o jardim vertical do condomínio. Se não, terá que pagar uma multa diária de R$ 1 mil com limite de R$ 100 mil. A prefeitura recorreu neste processo.

Já o edifício Minerva entrou na Justiça no dia 13 de fevereiro deste ano, mas ainda não há decisão em primeira instância.

Histórico

Moradores de prédios na região do Minhocão decidiram ir à Justiça em julho do ano passado para retirar os jardins verticais que foram instalados nas paredes dos edifícios. As plantas começaram a morrer por falta de manutenção.

Ao todo são sete murais de plantas que começaram a ser instalados em 2015, em uma parceria entre a Prefeitura de São Paulo e a iniciativa privada.

Os moradores notificaram a Prefeitura de São Paulo e a empresa Movimento 90 graus responsável pela instalação dos murais e recebeu como resposta que o prazo de duração do projeto só termina em janeiro de 2020. Só que na conta dos síndicos, o prazo acabou.

“Nós tivemos como promessa um valor de patrocínio, água de reuso para o condomínio, reembolso de algumas contas, como água e energia elétrica e valorização dos imóveis. E não ocorreu nada disso”, disse Wendel Cardoso da Silva, síndico de um dos prédios.

Segundo Wendel, seu prédio já tem um prejuízo de mais de R$ 20 mil só com água e energia gastos com a manutenção das plantas. Ele também afirma que os apartamentos estão mofados. “Nós acionamos a prefeitura, e eles ficaram de enviar uma pessoa e até hoje nada foi feito”, disse.

No prédio Santa Filomena há muitas folhas secas e infestação de animais. “A gente teve muita infestação de gafanhoto, grilo e tal, que entrava pelos apartamentos”, disse o síndico Marco Antônio Mendo.

Para os moradores, a manutenção foi ainda mais prejudicada quando o jardim vertical da Avenida 23 de Maio, criado em 2017, foi instalado. O mural da via também está com folhas secas e falhas.

O movimento 90 grais disse, em nota, que desde 2016, a responsabilidade de fazer a manutenção dos paredões verdes da região central é da Prefeitura de São Paulo.

A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente diz que está tomando as providências para retirar os jardins dos prédios que não querem mantê-los. Sobre o corredor verde da 23 de Maio, a administração disse que uma nova empresa foi habilitada e começou a fazer a manutenção das plantas em 1º de junho.

Fonte: G1

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Quando o síndico pode entrar nas unidades privativas?

Não há dúvidas quanto ao dever do síndico em administrar os condomínios, uma vez escolhido pela assembleia. Muito se questiona se seus deveres de administrador estariam restritos às áreas comuns, não podendo interferir nas privativas, tampouco em seu cotidiano e, por consequência, não podendo fiscalizá-las.

Pois bem, um condomínio edilício é formado, pelos termos do Art. 1.331, do Código Civil (Lei Federal 10.406/2002), por partes comuns e privativas. Assim, já num primeiro momento observamos que também a manutenção das áreas privativas compõe a administração de um condomínio, não de forma direta, por serem propriedades independentes, mas indiretamente.

Tais condições são vistas quando o condomínio, preservando o consumo coletivo de água e seus gastos, alerta as unidades condominiais para observarem torneiras, descargas, chuveiros e qualquer outro aparelho que possa causar o famoso “pinga pinga”.

Elas poderão se dar ainda no capítulo da gestão das reformas nas unidades, sob as recomendações da ABNT NBR 16.280, segundo a qual os proprietários deverão assegurar a integridade física dos imóveis, de forma a não prejudicar o coletivo.

Ainda cabe pensarmos em uma interferência do condomínio em áreas privativas quando, de forma proativa na ação, este preserva a coletividade orientando os moradores a fazerem uma vistoria em suas janelas.

No entanto, outras formas de interferência podem ocorrer, uma vez que nos termos do mesmo Art. 1.331, as redes de distribuição de água, esgoto, sinais de TV coletiva, interfonia, gás, entre outros, podem passar por dentro das unidades privativas. Ainda que sejam classificados como áreas comuns, elas são de responsabilidade direta do síndico.

Seja nos casos diretos, seja nos indiretos, trata-se de um dever do síndico agir, como administrador e representante legal do condomínio, visando conservar, guardar e zelar pelas partes que compõem o condomínio, a teor da legislação (Artigos 1.347 c/c 1.348, II e IV, todos do Código Civil), sob pena de responder por omissão ou, em último caso, por administração não conveniente, motivação para uma destituição.

Cabe neste sentido, como um direito/dever do síndico, vistoriar as unidades privativas e, conforme o caso, executar reparos nas áreas comuns ainda que internamente localizadas em áreas privativas.

Não sendo, no entanto, receptiva a vistoria, ou seja, havendo uma resistência por parte do morador, o síndico, após expor a ele as razões e danos coletivos que possam ocorrer, negociando uma entrada, não terá outra alternativa senão propor uma demanda judicial com pedido de tutela provisória, que poderá até ser satisfativa, porém caucionada, possibilitando assim entrar na unidade e fazer o que for necessário para preservar a coletividade.

A questão não é simples e carece sempre de uma reflexão caso a caso, evitando ações no Poder Judiciário que possam causar maiores danos à coletividade em face de um conflito instaurado.

Saber porque, quando e como proceder e gerenciar o problema é uma função essencial do síndico, que deverá manter a ordem, sem perder o foco de seus deveres e abrir mão da paz em sua coletividade.

Fonte: Direcional Condomínios

 
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Elevadores: manutenção e custos lideram reclamações

A boa gestão começa por planejamento e prevenção por parte do síndico. Estar atento diariamente se o elevador pára fora do lugar, emitindo barulhos estranhos ou variando velocidade são exemplos.

De acordo com entidade que representa administradoras de condomínios em São Paulo, os elevadores influenciam muito nos custos orçamentários dos condomínios, envolvem diretamente a responsabilidade do síndico e aparecem no topo das listas de reclamações dos moradores. Em São Paulo, dois incidentes recentes envolvendo quedas desses equipamentos servem de alerta para a necessidade de uma gestão mais eficiente com a prestadora do serviço.

A AABIC afirma que todo condomínio com elevador é obrigado por lei a contratar uma empresa de manutenção. Para fechar o negócio, as empresas normalmente oferecem dois tipos de contratos para gestão dos equipamentos: o de manutenção e o de conservação.

Nos dois casos o condomínio normalmente tem direito a assistências 24h, reparos preventivos e emissão do Relatório de Inspeção Anual (Ria), documento exigido pela prefeitura para manter os equipamentos operando. O diferencial está no fornecimento de peças de reposição, inclusas no contrato de manutenção e pagas à parte no contrato de conservação.

José Roberto Graiche Júnior, presidente da entidade, defende a importância de os condomínios assumirem uma postura mais preventiva. Segundo ele, “a cobertura total de peças facilita o planejamento orçamentário, sobretudo para condomínios com elevadores mais antigos”, afirmou.

O dirigente destacou que, mesmo os empreendimentos recém-inaugurados, com equipamentos novos, precisam pensar no futuro antes de optar pelo modelo de conservação. “Lá na frente, uma mudança do tipo de contrato pode acabar saindo caro para os moradores”, disse Graiche Júnior.

A associação de administradoras avalia que cabe ao condomínio acompanhar o tempo de uso dos equipamentos para concluir qual modalidade é mais vantajosa. Ainda conforme o representante da entidade, no ato da contratação da prestadora do serviço de manutenção, o síndico pode exigir uma vistoria para atestar o atual estado das peças.

Esse procedimento pode auxiliar na decisão e até servir para negociar condições melhores. “É imprescindível, porém, que o condomínio escolha empresas que possuam engenheiros e técnicos treinados”, insistiu.

Sinais de alerta

Para o síndico, a boa gestão começa por planejamento e prevenção. Observar diariamente se o elevador está parando fora do lugar, emitindo barulhos estranhos ou variando velocidade são exemplos. “Os equipamentos não possuem vida útil, mas funcionam como um carro”, comparou o presidente da AABIC. “Com o passar do tempo, fica inevitável a troca da pastilha de freio, da bateria, do óleo e dos demais componentes do veículo. Com o elevador, o procedimento é o mesmo”, concluiu o dirigente da associação.

A empresa contratada, responsável pela manutenção dos equipamentos, deve ter uma licença ativa e registro junto à Secretaria de Desenvolvimento Urbano. Em São Paulo, 130 prestadoras de serviço estão cadastradas atualmente na base da prefeitura. A cidade possui normas específicas para instalação e operação de elevadores (leis 10.348 e 12.751), o que significa mais rigidez na fiscalização e cuidados redobrados do síndico.

Em caso de negligência, o síndico pode responder civil e criminalmente por qualquer problema com elevadores, inclusive, com seus próprios bens em caso de indenizações.

Fonte: Folha do Condomínio

 

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Construtora terá que pagar hospedagem para condôminos de 28 casas ameaçadas por cratera na Zona Leste de SP

A Justiça de São Paulo determinou nesta sexta-feira (10) que a construtora responsável pelo condomínio onde uma cratera se abriu na Zona Leste de São Paulo pague a hospedagem provisória dos moradores. No total, 28 casas foram interditadas pela Defesa Civil depois das chuvas.

Na quarta-feira (8), o muro do condomínio Serra de Santa Marta desabou na Vila Carmosina e as 24 casas foram atingidas. Além disso, 4 residências vizinhas foram interditadas.

Nesta sexta, a juíza que cuida do caso fez uma inspeção no condomínio acompanhada por técnicos, e decidiu que a construtora do condomínio vai ter que pagar um hotel para os moradores até quinta-feira (16), quando haverá uma audiência.

“Nós já temos outra audiência marcada para continuar com a contratação dos serviços técnicos. Tem que fazer a contratação de uma empresa de monitoramento do solo e a contratação de estacamento, então a gente tem um monte de obras para fazer”, disse a juíza federal Marisa Cucio da 12ª Vara Federal Civil de São Paulo.

Em nota, a construtora WER informou que o condomínio é objeto de uma ação judicial por conta de obras irregulares, anteriormente ao deslizamento, e que nessa mesma ação serão tratados os reparos relativos ao acidente.

A construtora informou ainda que está prestando assistência aos moradores do condomínio para hospedagem nos próximos dias.

Problema antigo

Os moradores dizem que os problemas no condomínio são antigos e que há 6 anos eles entram na Justiça.

“Alguns meses depois que as pessoas se mudaram, começaram a surgir os problemas de rachaduras e trincas dentro de algumas moradias e na área externa do condomínio. Eu fiz um financiamento de 25 anos. É uma vida, além do risco que nós sofremos com a família aqui dentro”, disse a síndica Fabiana Souza.

Nesta sexta, caminhões de mudança circulavam pelo bairro. “Eu tive que sair da minha casa. Moro aqui na casa 7. É o sonho da gente, que trabalhou anos para construir, para comprar um imóvel, uma casa própria para gente, e agora a gente está assim”, lamentou Marta Cláudia Araújo Cavalcante, que trabalha como vendedora.

Fonte: G1

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Elevador despenca do nono andar e mata quatro pessoas em Santos

Um elevador desabou do nono andar de um prédio localizado no bairro da Vila Belmiro, em Santos, na noite desta segunda-feira (30.12.2019). Segundo informações oficiais do Corpo de Bombeiros, quatro pessoas da mesma família morreram. As vítimas são a esposa e familiares de um militar da Marinha que trabalho no Porto de Santos. As causas da queda estão sendo apuradas pelas autoridades.

A Tribuna On-line apurou que a queda do equipamento ocorreu em um edifício localizado na Rua Guararapes. O edifício, construído em 1998, serve como residência para militares que atuam na Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), no Porto de Santos. Segundo a Marinha, o elevador despencou às 19h30.

Em nota, a Capitania informou que uma das vítimas é a esposa e mais três familiares de um militar que serve na CPSP. A Marinha lamentou o ocorrido e afirmou estar dando todo o suporte às famílias.

Segundo testemunhas, havia pelo menos quatro pessoas dentro do elevador. O Corpo de Bombeiros afirmou que todas morreram. Segundo informações da Defesa Civil de Santos, o elevador que despencou era o de serviço. Ele estava no último andar, o nono, quando despencou até o térreo com ocupantes dentro.

Além de viaturas dos bombeiros, equipes da Polícia Militar e da Defesa Civil do município foram acionados para o local.

Os corpos das vítimas ainda não foram retirados do prédio, uma vez que a área foi isolada para trabalhos da perícia e da Polícia Científica. A Polícia Civil também foi acionada para o local. Além disso, por se tratar de um edifício sob responsabilidade da Marinha do Brasil, militares também foram deslocados.

Em nota, a Prefeitura de Santos lamentou o ocorrido com o edifício Tiffany, que resultou na morte de quatro pessoas da mesma família.

A administração afirmou que, além da Defesa Civil, um engenheiro da Secretaria de Infraestrutura e Edificações também foi ao local, acompanhado da equipe técnica da empresa que presta serviços de manutenção dos elevadores do prédio.

Confira na íntegra a nota do Marinha do Brasil

A Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), informa com pesar a ocorrência de acidente com o elevador do Edifício Tiffany, Próprio Nacional Residencial de militares na cidade de Santos, que lamentavelmente vitimou a esposa e mais três familiares de um militar que serve na CPSP.

O Capitão dos Portos de São Paulo e a Tripulação da Capitania transmitem as condolências aos familiares e amigos pela inestimável perda.

A Marinha está dando todo o suporte possível às famílias.

O respectivo Inquérito Policial Militar será aberto para apurar o ocorrido.

Fonte: A Tribuna / Globo / UOL

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Chuva inunda garagem de condomínio e deixa um morto na zona norte (SP)

Uma pessoa morreu após inundação em subsolo de um prédio comercial na Rua Ezequiel Freire, 35, em Santana, zona norte da capital paulista. A água subiu até o teto e seis equipes do Corpo de Bombeiros foram ao local, incluindo bombeiro mergulhador. Segundo os bombeiros, a vítima, Jorge Garcia da Costa, de 62 anos, era motorista de aplicativo.

As chuvas que atingiram São Paulo nesta tarde de segunda-feira (23) causaram transtornos e alagamentos em várias regiões da cidade, mas a zona norte foi a mais afetada. Cidade ficou em estado de alerta até às 17h30.

Os bombeiros receberam, somente nesta segunda, 129 chamados relacionados a transtornos causados pela chuva na capital e região metropolitana: 106 eram relacionados a enchentes, 19 eram para avisar sobre quedas de árvores e 4 sobre desabamentos. Os bombeiros tiveram que socorrer pessoas que ficaram ilhadas em carros ou dentro das próprias casas.

As estações Santana e Tucuruvi do Metrô de São Paulo, ambas localizadas na zona norte da cidade, tiveram os acessos alagados.

De acordo com a última atualização do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura), feita às 17h22, toda a cidade de São Paulo está em estado de atenção. As subprefeituras de Santo Amaro e Jaçanã/Tremembé estão em estado de alerta.

Ao todo, são seis pontos de alagamento na capital, sendo cinco intransitáveis e um transitável. O tráfego de carros está interrompido por causa da água na avenida Edu Chaves, próxima a avenida Sanatórios, na avenida Raimundo Pereira de Magalhães, no bairro de Perus, e nas avenidas Cruzeiro do Sul, Ataliba Leonel e Zaki Narchi, na zona norte. 

Medidas simples podem amenizar os efeitos dos alagamentos:

– Evite transitar em ruas alagadas;

– Se a chuva causou inundações, não se aventure a enfrentar correntezas.

– Fique em lugar seguro. Se precisar, peça ajuda;

– Mantenha-se longe da rede elétrica e não pare debaixo de árvores. Abrigue-se em casas e prédios;

– Planeje suas viagens, para que haja menor possibilidade de enfrentar engarrafamentos causados por ruas bloqueadas.

Tendência para os próximos dias

Nesta terça-feira (24), véspera de Natal, a madrugada deve registrar chuviscos, mas as condições meteorológicas melhoram no decorrer do dia, que será marcado por sol entre nuvens. Não há previsão de chuva. As temperaturas não sobem muito: mínima de 17°C e máxima em torno dos 25°C.

O dia de Natal na capital paulista será ensolarado, com temperatura máxima chegando aos 28°C. Não deve chover.

Fonte: R7

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Explosão de botijão de gás coloca em risco condôminos em Minas Gerais

As causas da explosão que atingiu um prédio no Bairro Castelo, na Região da Pampulha, ainda são um mistério. O que se sabe é que um serviço de manutenção era realizado na garagem quando o incidente aconteceu. Moradores ficaram assustados. “Poderia ter explodido o prédio”, afirmou Simone Andrade, síndica do edifício. Um cilindro de gás atravessou a parede e voou por aproximadamente 100 metros.

A síndica ainda tenta entender o que pode ter provocado a explosão. “Ainda não sei o que aconteceu, pois cada um fala uma coisa. Tinha um pessoal fazendo manutenção na garagem no piso, pintura. Eu fiquei presa na parte de trás do prédio, então não sei o que aconteceu”, disse. “O botijão voou, atravessou a parede e foi parar na rua debaixo”, completou.

Imagens do prédio impressionam. Com a força da explosão, a fachada do condomínio ficou completamente chamuscada. Um muro que dá para a rua também foi danificado por um cilindro de gás, que atravessou a estrutura e abriu buraco.
 

Vítimas levadas para hospitais


O prédio está localizado na Rua Desembargador José Sátiro. Os militares do Corpo de Bombeiros fizeram o isolamento da área para evitar aproximação de pessoas, pois ainda tinha o risco de explosão dos outros cilindros de gás. “A princípio, o funcionário de 38 anos, sofreu queimaduras nas mãos e braços, e inalou um pouco de gás que vazou do cilindro. A guarnição do Corpo de Bombeiros realizou os primeiros atendimentos, e repassou a vítima aos cuidados da viatura do SAMU (USA 01), que encaminhou a vítima a UPA Pampulha”, afirmou a corporação.

Uma mulher, de 39 anos, também foi conduzida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Pampulha. Não foi informado quais lesões ela sofreu.

Os bombeiros isolaram o prédio. Os moradores só poderão retornar para os apartamentos no final da tarde. A Polícia Civil também foi acionada para fazer uma perícia no imóvel.
 
Fonte: Estado de Minas
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Bombeiros acham corpo em escombros de prédio que desabou parcialmente em Barueri-SP

O desabamento parcial de um prédio em construção em Barueri, na Grande São Paulo, deixou um morto, informou o Corpo de Bombeiros no final da noite desta segunda-feira (16).

Ainda de acordo com a corporação, a vítima é um homem, de 38 anos. Ele era encarregado da obra. O corpo foi retirado do local por volta das 4h desta terça (17.12.2019). Nataniel Batista de Oliveira trabalhava na construção do prédio comercial.

Outras seis pessoas foram atingidas pelo desabamento: 3 saíram do local sem ferimentos; uma foi levada a um hospital e liberada após exames e duas permaneceram internadas, um adelas com fratura no fêmur. O estado de saúde das vítimas é estável.

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Manutenção preventiva em condomínio precisa virar prioridade

Nos últimos meses, houve muitas tragédias nos condomínios do país. Uma família inteira morreu intoxicada pelo vazamento de gás num apartamento, um jovem morreu após ser atingido por uma marquise, um prédio desabou em Fortaleza, matando alguns moradores, edifícios foram interditados e evacuados em razão de rachaduras e graves problemas estruturais, sem falar em incêndios, panes elétricas e alagamentos. Infelizmente, estamos em perigo.

O cargo de síndico virou atividade de risco, sobretudo em razão das pesadas responsabilidades civis e criminais. A situação é desesperadora em muitos condomínios, que nem sequer têm caixa para pagar salários e contas de consumo, que dirá para realizar caras manutenções preventivas. Vivemos em barris de pólvora, com tragédias anunciadas e ignoradas pela maioria. Qual foi a última vez que fizemos manutenção em nossos aquecedores a gás? 

Participamos da brigada de incêndio do prédio? Aprovamos, em assembleia, a contratação de um engenheiro para vistoriar áreas comuns? Temos plano de manutenção preventiva das instalações elétricas e hidráulicas? Aprovamos a constituição de um fundo para manutenção preventiva de fachadas, marquises e estruturas? Temos plano de contingências para emergências? Nas reformas dos apartamentos, exigimos ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) e engenheiro ou arquiteto responsável? 

Aposto que quase todas as respostas foram negativas e, levando em conta o cenário atual, em que despesas de condomínio pesam demais no orçamento, falar em rateio extra para manutenção preventiva é assunto proibido. Curioso e cultural esse nosso hábito temerário de postergar as manutenções preventivas e corretivas evidentemente necessárias, mas paradoxalmente embelezar as áreas comuns e realizar as famosas “obras que aparecem”.

É muito comum, por exemplo, um condomínio aprovar o aquecimento da piscina ou a compra de uma esteira de última geração em vez de aplicar o dinheiro na adequação de seu sistema elétrico.

O primeiro passo para encarar de frente o desafio é discutir planos de manutenção em assembleia, com as seguintes sugestões de pauta: contratação de engenheiro para elaboração de laudo sobre a conservação das áreas e equipamentos comuns, para posterior aprovação do plano de recuperação e manutenção; criação uma comissão de moradores para apoiar o síndico nas atividades de manutenção corretiva e preventiva das áreas comuns.

Por fim, é importante frisar que, em caso de risco iminente à saúde ou segurança dos moradores, a lei faculta ao sindico a execução de obras ou reparos emergenciais, mediante rateio extra ou utilização do fundo de reserva, para posterior ratificação em assembleia.

Fonte: Folha de São Paulo
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Reservatório de água interditado em condomínio no Grogotó-MG

O reservatório de água que abastece um dos blocos de apartamentos do Condomínio Mantiqueira, no bairro Grogotó, foi interditado na tarde de segunda-feira (09). Moradores ouviram um estrondo e acionaram os Bombeiros.

O reservatório metálico, de aproximadamente 12 metros de altura e 2 metros de diâmetro, apresentou uma deformação na parte superior, em direção a rede elétrica. O síndico do condomínio, que acompanhou a vistoria, esclareceu que o reservatório é dividido em dois compartimentos, sendo que sua divisória localiza-se logo acima do ponto em que houve a deformação. Foi verificado através de inspeção que no compartimento superior havia uma quantidade considerável de água e que o compartimento inferior estava quase totalmente vazio, fato que pode ter ocasionado o colapso.

O registro que abastece o compartimento superior foi fechado e a água liberada para dentro do reservatório. Um engenheiro da Prefeitura foi acionado, também, e interditou a estrutura.

Fonte: Barbacena On-line